Apenas 18+. Jogue Responsavelmente.
O primeiro sol ficou largo demais para continuar sendo astronomia.
Caiu como Wild.
Brilhou.
Esticou para o lado.
Mais uma posição.
Mais outra.
E ficou preso na grade.
A estrela central de um sistema solar inteiro tinha acabado de virar divisória de escritório.
Atrás dos reels, tudo continuava elegante.
Aurora verde e azul.
Planetas.
Estrelas.
Meteoros atravessando a escuridão.
Na frente, um sol retangular ocupava boa parte do 5×4.
R$1,20.
Os espaços livres pararam.
Depois giraram de novo.
O sol não saiu.
x4.
Cristais roxos se encaixaram através daquela faixa de luz.
R$9,60.
Pronto.
Uma estrela precisou aumentar de largura, prender parte do universo e obrigar o tempo a repetir uma rodada para produzir menos de dez reais.
Aurora Storm já tinha encontrado sua escala.
O Wild soltou a grade.
Tudo voltou a um tamanho civilizado.
Cristais vermelhos.
Azuis.
Roxos.
Verdes.
Pedras que pareciam ter sido retiradas de joalheria e lançadas na atmosfera com estilingue.
As dez paylines não se importavam muito com direção.
Uma sequência azul nasceu pela direita.
R$1,68.
Depois uma vermelha veio pela esquerda.
R$2,88.
No espaço, aparentemente, mão e contramão tinham sido abolidas. As dez linhas realmente podem pagar nos dois sentidos.
Algumas rodadas normais.
R$1,20.
Nada.
R$4,20.
Nada.
Cristais pequenos.
Troco.
Então outro sol.
Esse resolveu crescer para cima e para baixo.
Duas posições viraram Wild.
Depois mais uma.
Travou.
Respin.
x12.
A tempestade tinha subido de categoria.
Havia cristais vermelhos bons nas laterais.
Os espaços livres receberam símbolos novos.
Uma linha atravessou o Wild.
Outra chegou pelo sentido contrário.
R$22,80.
Agora sim.
x12 tinha encontrado alguma coisa digna do fenômeno.
O sol sumiu depois.
O planeta no fundo continuou seguindo sua órbita.
Nenhum destroço.
Nenhuma nota oficial.
Uma estrela tinha acabado de crescer verticalmente através de uma máquina caça-níquel e o universo tinha decidido continuar a terça-feira.
Pouco depois apareceu a primeira galáxia.
Scatter.
Uma galáxia espiral inteira ocupando o espaço que normalmente seria de uma pedrinha.
Sozinha.
Nada.
Foi embora.
Algumas rodadas depois:
galáxia.
Outra galáxia.
Duas.
O último reel parou.
Cristal roxo.
Fim.
Bilhões de estrelas tinham comparecido.
Ainda faltava quórum.
Continuei nos R$1,20.
Um ganho pequeno.
Nada.
Nada.
Wild.
Dessa vez o sol expandiu para o lado e depois ganhou altura.
Já não era sol.
Era ocupação irregular.
Travou.
Respin.
x30.
A aurora atrás ficou ainda mais intensa.
Trinta vezes.
Boa área Wild.
Céu inteiro participando.
Os símbolos caíram.
Pedra azul.
Laranja.
Roxa.
Uma linha fraca conseguiu atravessar aquilo.
R$5,40.
x30 tinha mobilizado uma tempestade digna de cancelamento de voo e encontrado dinheiro de padaria.
O x12 de antes permanecia muito mais competente.
O saldo começou a escorrer.
R$10 abaixo.
Depois R$14.
Uma linha roxa vindo da direita recuperou R$7,20.
Outro Wild trouxe Respin com x3.
R$4,20.
Depois de x30, x3 já nem parecia meteorologia.
Era vidro embaçado.
As galáxias voltaram.
Uma.
Segunda.
Último reel.
Meteoro.
Nada.
Mais tarde:
duas de novo.
Sem terceira.
Eu já tinha chegado ao ponto de considerar duas galáxias insuficientes.
A cosmologia não merecia isso.
O saldo passou dos R$20 negativos.
Rodada seguinte.
Galáxia na esquerda.
Outra mais ao centro.
Os demais símbolos pararam.
Terceira.
A tela mudou.
Aurora Storm Bonus.
A grade desapareceu.
Entrou a roda.
Dinheiro.
Level Up.
Multiplier.
Exit.
Primeira volta.
R$11,40.
Segunda.
R$7,20.
Depois Level Up.
Os valores mudaram.
A tempestade tinha subido de andar.
Outra volta.
Dinheiro.
Mais para o total.
Depois aumento do multiplicador.
A aurora agora operava roda de prêmio e multiplicação simultaneamente.
Fenômeno natural absolutamente normal.
Nova volta.
Exit.
Um.
Dois daqueles e o céu ainda continuava funcionando.
Mais dois depois daquele e acabava.
A roda seguiu.
Dinheiro.
Depois Level Up.
Novo patamar.
Valores melhores.
O Total Win Multiplier continuou crescendo.
Outra recompensa.
O total passou dos R$30.
Depois R$40.
O buraco da sessão começou a desaparecer.
Roda de novo.
Exit.
Dois.
Agora faltava um.
Dinheiro.
Level Up.
Multiplier.
Queda de meteoro no gerador.
Qualquer setor que não tivesse EXIT escrito servia.
A roda passou.
Dinheiro.
Mais total.
Outra volta.
Multiplier.
Passou de R$60.
As três galáxias finalmente estavam justificando o estacionamento.
Nova rodada.
Um prêmio maior passou.
Level Up passou.
Multiplier passou.
Exit.
Três.
Fim da tempestade.
O total fechou em R$87,60.
Eu tinha entrado mais de R$20 abaixo.
Saí bem acima.
Três galáxias tinham aberto uma roda dentro da aurora.
A roda subiu níveis.
A luz do norte recebeu multiplicador próprio.
Três Exits precisaram aparecer para convencer a atmosfera a encerrar o expediente.
R$87,60.
A grade 5×4 voltou.
Parecia pequena.
Cristais.
Meteoros.
Estrelas ao longe.
Planeta passeando atrás.
A aurora continuava atravessando o céu como se nada tivesse acontecido.
Mantive R$1,20.
Primeira rodada.
Nada.
Segunda.
Linha pequena vindo da direita.
R$0,84.
Depois vazio.
Outro.
Cristais roxos.
R$5,40.
Mais algumas rodadas quase secas.
O lucro da feature começou a encolher sem nenhum espetáculo.
R$1,20 por vez.
Nenhum sol crescendo.
Nenhuma roda.
Nenhuma galáxia interessada.
Só pedrinhas coloridas fazendo o trabalho administrativo de devolver dinheiro ao espaço.
Ainda estava no lucro.
Menos.
Mais um pouco menos.
Então o sol voltou.
Wild no centro.
Expandiu para a direita.
Depois para outro lado.
Boa parte do 5×4 virou luz.
Travou.
Respin.
Global Multiplier.
x50.
O teto.
Cinquenta.
A aurora ficou tão forte atrás da grade que algum satélite deveria ter enviado e-mail.
Wild em várias posições.
x50.
Faltavam apenas símbolos.
Vieram:
azul.
laranja.
roxo.
mais azul.
Conexões pequenas.
Uma linha quase sozinha fez o trabalho.
R$7,20.
Cinquenta vezes.
Sete reais e vinte.
O maior multiplicador disponível tinha chegado ao máximo da tempestade e encontrado cascalho.
Antes que a grade soltasse, outro Wild caiu.
Novo sol.
Expandiu.
Travou.
Agora dois incêndios solares ocupavam boa parte do 5×4.
Novo multiplicador.
x8.
Depois de x50, aquilo parecia quase educado.
Os espaços livres giraram.
Cristal vermelho à esquerda.
Outro à direita.
Mais vermelho.
Wild.
Wild.
As linhas nos dois sentidos finalmente receberam material de verdade.
Conectou de um lado.
Conectou do outro.
R$14.
R$28.
Continuou.
R$45.
Parou em R$63,60.
x8 tinha chegado depois do apocalipse x50 e resolvido tudo com uma fração do drama.
O problema nunca tinha sido o tamanho da tempestade.
Era ter alguma coisa embaixo dela.
Os Respins terminaram.
Os dois sóis soltaram a grade.
O saldo voltou a ficar confortável.
Mais uma rodada.
R$1,20.
Sem Wild.
Sem Scatter.
Sem planeta sendo evacuado.
Três pequenos cristais azuis encaixaram começando pela direita.
R$0,58.
No fundo, a aurora continuava ocupando metade do céu.
Verde.
Azul.
Roxo.
Cortinas gigantes de partículas carregadas atravessando estrelas e planetas como se a civilização tivesse recebido notícia péssima.
Eu estava cerca de R$19 no lucro.
A próxima aposta ficou intacta.
Três pedrinhas azuis permaneceram nos reels.
O fim do mundo tinha pago cinquenta e oito centavos.
Zombie Outbreak me deu retrigger só pra ver esperança nos meus olhos.
