Apenas 18+. Jogue Responsavelmente.
O Ás perdeu o voo.
O Rei também.
A Dama nem chegou ao portão.
O Valete sumiu junto com as malas.
E o 10, por algum motivo, também foi impedido de entrar em Bali.
Eu tinha acabado de apertar Spin a R$2,00.
Antes de os três rolos pararem, A, K, Q, J e 10 desapareceram da tela.
Sobrou todo mundo que parecia realmente ter alguma utilidade numa ilha tropical.
A dançarina.
Os templos.
A bebida verde.
As paisagens.
A máscara Wild com cara de quem já tinha encontrado o bar do hotel.
As cartas ficaram no aeroporto.
Bali Vacation começou minha sessão fazendo uma seleção de passageiros que eu aprovei imediatamente.
Os símbolos premium conectaram pelos três rolos.
A praia abriu para a direita.
Nasceu o quarto rolo.
Mais um símbolo útil.
Outra faixa da ilha apareceu.
Quinto rolo.
O multiplicador tinha subido junto com o tamanho das férias.
A próxima parte da viagem não colaborou.
Fim.
R$22,80.
Um giro.
Dois pedaços extras de Bali.
Nenhuma carta de pôquer.
Vinte e dois reais e oitenta.
Até ali, excelente pacote.
Então veio a segunda rodada.
A.
K.
Q.
J.
Todos de volta.
O baralho inteiro tinha pegado o voo seguinte.
Três rolos ficaram cheios de paisagem tropical, letras e números que pareciam ter chegado de sapato social para uma semana de chinelo.
Nenhuma combinação útil.
R$0.
A expulsão anterior não era definitiva.
Bali apenas tinha dias em que recusava pôquer.
Em outros, a praia estava cheia de Reis.
O jogo começava cada rodada com três rolos e quatro fileiras. Quando uma combinação conseguia atravessar aquele primeiro pedaço da ilha e o rolo mais à direita melhorava a vitória, Bali crescia mais um pouco. Outro rolo aparecia. Se ele ajudasse novamente, vinha outro.
E cada pedaço novo da viagem subia o multiplicador.
Na prática, era simples observar:
a combinação encontrava mais praia,
a praia exigia mais multiplicador.
Uma sequência de templos conseguiu abrir o quarto rolo.
x2.
O novo trecho trouxe outro templo.
Quinto rolo.
x3.
Aí Bali colocou o símbolo errado no caminho.
R$16,20.
Tudo voltou para três rolos.
A ilha tinha aumentado durante alguns segundos e depois recolhido a extensão inteira.
Outra rodada chegou apenas ao quarto por R$7,20.
Nela apareceu uma máscara Wild depois do primeiro rolo.
Colorida.
Enorme.
Com a expressão de quem não tinha reservado quarto nenhum e mesmo assim já estava dentro da piscina.
O Wild podia surgir em qualquer rolo menos no primeiro.
Logo o primeiro rolo virou meu aeroporto.
Podia haver cinco quilômetros de Bali esperando à direita.
Se o começo viesse com o símbolo errado, ninguém embarcava.
J no primeiro rolo.
Fim das férias.
Q no lugar errado.
Praia fechada.
Um belo conjunto de símbolos premium aparecia mais adiante e ficava olhando para o vazio porque a viagem tinha morrido antes de chegar até eles.
Foi aí que comecei a reparar nas cartas de outro jeito.
Elas até podiam pagar.
Não eram inúteis por definição.
Mas eu já tinha visto Bali sem nenhuma delas.
Era muito melhor.
Depois que você vê uma grade cheia apenas de dançarinas, máscaras, templos, bebidas e paisagem tropical, um bloco enorme de K parece alguém levando notebook para a piscina.
Um grupo de Q ocupou quase metade da tela.
Não conectou.
Três 10s apareceram juntos.
Também nada.
O Valete se espalhou pelos rolos com grande confiança e nenhuma contribuição.
Então Bali limpou tudo novamente.
Antes de os rolos pararem:
A fora.
K fora.
Q fora.
J fora.
10 fora.
O recurso podia acontecer aleatoriamente no jogo base e remover todas essas cartas antes da parada dos rolos.
Ficou só férias.
As dançarinas conectaram.
Quarto rolo.
x2.
Outra dançarina.
Quinto.
x3.
A máscara Wild entrou no caminho.
Sexto rolo.
x4.
A tela tinha virado uma faixa comprida de cores, templos e figuras tropicais sem uma única letra tentando reservar espreguiçadeira.
O sexto rolo encerrou a sequência.
R$55,20.
Melhor rodada da sessão.
Sem pôquer.
Anotei mentalmente uma conclusão completamente científica:
o problema de Bali eram as cartas.
Pouco depois começaram a aparecer os símbolos de Rodadas Grátis.
Na própria arte, eles carregavam o texto:
FREE SPINS.
Um apareceu sozinho.
Depois vieram dois.
FREE SPINS de um lado.
FREE SPINS do outro.
No meio havia K e J suficientes para montar uma reunião dentro do resort.
Nenhum terceiro símbolo.
Fim.
Eu precisava de três para ativar oito Rodadas Grátis. Um quarto acrescentaria mais duas.
Continuei em R$2,00.
Uma sequência de símbolos premium chegou a cinco rolos e pagou R$18,80.
A máscara Wild ajudou outra a alcançar quatro por R$8,40.
Depois a parte “Infinity” de Infinity Reels aparentemente decidiu ficar no hotel.
Três rolos.
Cartas.
Três rolos.
Mais cartas.
Templo.
Dama.
Valete.
Bebida.
Nada.
Uma ativação sem cartas aconteceu no meio desse trecho.
Todos os A, K, Q, J e 10 foram retirados.
A grade ficou linda.
Tropical.
Limpa.
Inútil.
Zero.
Aquilo foi importante.
Eliminar todos os hóspedes de camisa social não obrigava a praia a pagar nada.
Podia existir uma Bali perfeita, sem uma única carta, e ainda assim ninguém acertar cinco símbolos suficientes desde o primeiro rolo.
Então apareceram as malas de Rodadas Grátis.
Uma.
Duas.
Três.
Pronto.
Antes que eu terminasse de contar, surgiu uma quarta mais adiante.
O trio já garantia oito Rodadas Grátis.
A quarta elevou para dez.
A tela mudou.
E o baralho inteiro foi expulso de verdade.
Dessa vez não era um desaparecimento aleatório de uma rodada.
Antes das Rodadas Grátis começarem, A, K, Q, J e 10 eram todos removidos dos rolos.
Nenhum Ás.
Nenhum Rei.
Nenhuma Dama.
Nenhum Valete.
Nenhum 10.
Durante dez rodadas.
Finalmente o resort tinha fechado a porta.
A primeira Rodada Grátis abriu em três rolos.
Uma combinação premium conectou.
Novo rolo.
x2.
A extensão trouxe o símbolo errado.
R$6,40.
Segunda rodada.
Nada.
Uma ilha inteira sem carta de pôquer e ninguém conseguiu organizar cinco símbolos iguais.
A terceira melhorou.
Dançarinas conectaram.
Quarto rolo.
x2.
Outra dançarina.
Quinto.
x3.
Máscara Wild.
Mais Bali.
Sexto rolo.
x4.
Aí a combinação morreu.
R$25,60.
Agora sim.
As cartas tinham deixado espaço e alguém estava usando a espreguiçadeira.
Na quarta Rodada Grátis apareceu um símbolo FREE SPINS.
Sozinho.
Nada de retrigger.
A bebida verde ocupou vários pontos da grade, mas conseguiu se distribuir exatamente onde não ajudava.
Quinta rodada.
Dois símbolos de Rodadas Grátis.
Dois.
De novo.
Nem removendo cinco categorias inteiras de símbolo Bali tinha abandonado o costume de mostrar o casal de malas e esconder a terceira.
FREE SPINS.
FREE SPINS.
A tradição local estava preservada.
A sexta Rodada Grátis resolveu aumentar a ilha.
Uma combinação premium passou pelos três rolos iniciais.
Quarto.
x2.
O novo rolo ajudou.
Quinto.
x3.
Wild.
Sexto.
x4.
Outro símbolo correspondente.
Sétimo.
x5.
Ainda vivo.
Oitavo.
x6.
A tela tinha virado uma faixa panorâmica de férias.
Dançarinas espalhadas pelo centro.
Uma máscara Wild no meio.
Templos mais adiante.
Tanto Bali na horizontal que eu quase esperava uma van para transportar os símbolos de uma ponta à outra.
Mais um rolo apareceu.
Nono.
x7.
O último trecho da ilha trouxe exatamente o símbolo que ninguém precisava.
Acabou.
R$62,40.
Três rolos tinham virado nove.
O multiplicador chegou a x7.
A ilha tinha se estendido até quase sair pela lateral da tela.
Sessenta e dois reais e quarenta.
Cartão-postal maravilhoso.
Frigobar moderado.
A sétima Rodada Grátis voltou aos três rolos.
Depois de nove, aquilo parecia a versão de Bali oferecida durante reforma do hotel.
Nada.
Na oitava, uma extensão produziu R$9,20.
A nona trouxe:
FREE SPINS.
FREE SPINS.
Dois.
Claro.
Sem terceiro.
Ao menos não havia K nenhum na tela para ficar na frente enquanto eu assistia ao retrigger fracassar.
Última Rodada Grátis.
Três rolos.
Templos conectaram desde a esquerda.
Quarto rolo.
x2.
Outro templo.
Quinto.
x3.
Máscara Wild.
Sexto.
x4.
A tela parecia pronta para abrir mais uma longa faixa de praia.
O sexto rolo trouxe outro símbolo premium.
Premium errado.
Fim.
R$9,20.
As dez Rodadas Grátis fecharam em R$112,80.
Nenhum Ás.
Nenhum Rei.
Nenhuma Dama.
Nenhum Valete.
Nenhum 10.
Uma viagem até nove rolos.
x7 no ponto mais longo.
R$112,80.
O suficiente para buscar boa parte do que o jogo base tinha levado e deixar a sessão perto do equilíbrio.
Não o bastante para apagar completamente as rodadas em que as cartas tinham ocupado metade da praia sem fazer nada.
O recurso terminou.
Bali voltou aos três rolos.
Apertei outro giro de R$2,00.
Os símbolos começaram a parar.
A apareceu.
K apareceu.
Q apareceu.
J apareceu.
10 apareceu.
A primeira tela depois das Rodadas Grátis ficou cheia deles.
O baralho finalmente chegou em Bali.
Esperou minhas férias acabarem.
O bônus de Zeus Ze Zecond é uma palestra motivacional do azar.
