Apenas 18+. Jogue Responsavelmente.
Bjorn estava em x8.
Os Draugr estavam deixando de existir.
O toco continuava no mesmo lugar.
Esse foi o equilíbrio de forças que a mitologia nórdica decidiu apresentar.
Uma avalanche atravessou o grid.
Um grupo roxo de mortos-vivos sumiu.
Novos símbolos caíram.
Mais uma conexão apareceu.
Bjorn brilhou em verde no meio de tudo, carregado de poder suficiente para sugerir que algum deus tinha finalmente levantado do trono e decidido participar.
No canto inferior, o toco permaneceu.
Não era um toco mágico.
Não tinha runa.
Não brilhava.
Não escondia espada.
Era simplesmente a metade inferior de uma árvore que alguém tinha cortado antes do início do apocalipse e esquecido de remover.
Os mortos estavam perdendo.
A silvicultura estava invicta.
Aquela Rodada Grátis terminou pagando R$17,40.
Ainda havia giros.
O multiplicador global seguia em x8.
Bjorn parecia pronto para enfrentar uma segunda morte, o fim do mundo ou talvez uma reunião muito agressiva de Trolls.
Caiu um pinheiro.
Era importante lembrar como eu tinha chegado ali.
A sessão começou com R$180,00.
Aposta de R$2,00.
Naquela hora, Bjorn parecia bem menos escolhido pelos deuses.
Ele ocupava o centro do campo cercado por pedras, árvores, runas e pedaços de madeira.
Atrás dele, montanhas escuras.
Nuvens.
Floresta.
Nenhuma evidência de que o sol ainda operava naquela região.
O primeiro giro conseguiu uma pequena conexão.
Os símbolos quebraram.
Outros desceram.
Mais uma combinação.
R$4,40.
Fim.
No seguinte, o Ragnarok tirou folga.
Pedra.
Árvore.
Runa.
Bjorn.
Nada.
A antiga ameaça aparentemente tinha encontrado outro compromisso.
Alguns giros depois, uma formação maior apareceu do lado esquerdo.
Avalanche.
Outra caiu no espaço.
R$8,20.
Bjorn permaneceu no centro sem se mexer, com a postura de alguém disposto a aceitar crédito por qualquer coisa que caísse ao redor.
Logo abaixo dele apareceu um toco.
Primeiro encontro.
Nenhum prêmio.
Ali estava o personagem com maior resistência comprovada da sessão.
O saldo andou pelos R$172.
Depois R$168.
Um Draugr roxo apareceu.
Mais outro.
Separados demais.
No giro seguinte, um grupo inteiro entrou.
Conectou.
Sumiu.
Símbolos novos vieram por cima.
A faixa de Loot abaixo do campo mexeu.
Alguma coisa tinha sido recolhida da batalha.
Bjorn recebeu recurso.
O toco recebeu mais tempo de tela.
R$9,60.
Continuei nos R$2,00.
Para um jogo cuja descrição envolve um guardião escolhido pelos deuses protegendo um poder ancestral contra ondas de mortos, Bjorn passava uma quantidade considerável da sessão contemplando pinheiros.
Árvore.
Pedra.
Runa.
Árvore.
Toco.
Bjorn.
Se os Draugr demorassem mais dez minutos, talvez a própria floresta resolvesse ocupar o poder ancestral primeiro.
Quando o saldo chegou a R$158,00, abri o BET+.
Havia vários martelos com preços que iam de leve interferência divina até alguém aparentemente contratar Thor por hora.
Escolhi o menor Bonus Boost.
R$3,00 por giro.
Nada de comprar o Bonus Game.
Só uma pequena pancada no destino.
Primeiro giro:
nada.
R$155,00.
Segundo:
avalanche curta.
R$5,40 de volta.
Terceiro:
montanha.
Árvore.
Pedra.
Pouco mais.
A melhoria estava demonstrando uma excelente capacidade de continuar parecendo o jogo normal, só que mais cara.
Então os Draugr voltaram.
Um grupo roxo se fechou em volta de Bjorn.
Quebrou.
Mais símbolos caíram.
Outro pequeno grupo apareceu.
A faixa de Ability reagiu.
R$11,40.
Agora pelo menos a montanha tinha acordado.
O saldo, porém, continuou sua própria peregrinação.
R$146.
R$143.
Um Troll apareceu mais acima.
Draugr na parte inferior.
Runas espalhadas pelo caminho.
Bjorn permaneceu no centro como se tivesse chegado cedo para a batalha e decidido que aquele círculo era dele.
Uma conexão grande estourou.
Avalanche.
Outra veio.
O multiplicador global começou a ganhar peso.
Ainda não era nada absurdo.
Mas tinha pulso.
R$13,80.
Mantive o BET+.
Essa era exatamente a espécie de decisão que um guerreiro nórdico aprovaria sem jamais consultar o saldo.
R$136.
R$133.
R$130.
Pinheiro ao lado de Bjorn.
Pedra embaixo.
Toco reaparecendo.
A vegetação tinha presença melhor que a dos inimigos.
Quando o saldo chegou a R$124,00, o campo mudou.
Bonus Game.
Natural.
Nenhum botão de R$300.
Nenhum martelo nuclear.
A pequena ajuda do BET+ tinha finalmente levado a sessão até a porta.
As Rodadas Grátis começaram.
No primeiro giro, uma boa massa de inimigos se formou.
Avalanche.
Novos símbolos.
Outra conexão.
A barra abaixo de Bjorn avançou.
R$6,80.
Não era fortuna.
Era continuidade.
O giro seguinte trouxe Draugr na parte de baixo.
Bjorn reagiu.
A formação caiu.
Uma Ability entrou no tumulto.
O multiplicador global subiu.
Novos símbolos ocuparam os espaços vazios.
Uma pedra caiu exatamente onde segundos antes havia acontecido uma intervenção sobrenatural.
A montanha consertava o cenário depois de cada massacre.
R$9,20.
Mais adiante, o multiplicador cresceu outra vez.
Bjorn começou a brilhar com mais convicção.
A feature tinha entrado naquela fase em que cada cluster novo parecia menos um pagamento e mais outra porta de salão nórdico sendo aberta para liberar gente morta.
Draugr.
Avalanche.
Pinheiros.
Runas.
Outra conexão.
Mais Loot.
Outra Ability.
O multiplicador seguindo para cima.
Os deuses não estavam resolvendo o problema.
Estavam claramente fazendo upgrades em Bjorn para ver até onde ele aguentava.
Então apareceu x8.
Bjorn ficou verde.
O número ocupou o centro da confusão.
Um grupo grande de Draugr se formou na metade inferior.
Conexão.
Explodiu.
Símbolos novos.
Outra conexão.
Mais desaparecimentos.
Caiu um pinheiro.
E então voltou o toco.
Claro.
x8.
Guerreiro escolhido pelos deuses.
Mortos antigos removidos por avalanches.
Poder ancestral defendido.
Toco:
inalterado.
R$17,40.
A feature já passava de R$35.
Restavam três giros.
Um deles foi praticamente uma inspeção ambiental.
Pedras.
Runas.
Árvores.
Bjorn em x8.
Nenhum inimigo com bom senso suficiente para aparecer.
R$0,00.
Os deuses tinham construído uma arma mitológica e os Draugr estavam aparentemente escondidos atrás de um pinheiro.
No seguinte veio uma avalanche menor.
R$5,80.
Ainda x8.
Bjorn brilhou.
Uma última formação útil apareceu.
Quebrou.
R$10,20.
Fim.
Total das Rodadas Grátis:
R$49,20.
Saldo:
R$173,20.
Eu tinha entrado na feature com R$124,00.
Bjorn tinha arrastado quase toda a expedição de volta até casa.
Não virou lucro.
Também não precisava.
Depois de passar parte do Bonus Game tentando derrotar vegetação indiretamente, R$49,20 parecia bastante eficiente.
Desliguei o BET+.
R$2,00 outra vez.
Os deuses poderiam bancar o próximo martelo.
Primeiro giro normal:
nada.
R$171,20.
Segundo:
pequena conexão de runas.
Avalanche.
R$3,20.
Terceiro:
alguns Draugr separados demais.
Nada.
Quarto:
árvores.
Pedras.
Bjorn.
E, evidentemente, um toco.
O campo tinha voltado ao estado natural.
R$168,40.
Dei mais dois giros.
Um pequeno cluster trouxe R$1,40.
O último não trouxe nada.
Saldo final:
R$167,80.
Parei.
Bjorn estava no centro.
Uma runa acima.
Pedras perto da parte inferior.
Alguns pinheiros.
Nenhum Draugr.
Nenhum Troll.
Nenhum x8.
Nenhum deus visível.
E lá embaixo havia outro toco.
Bjorn tinha sobrevivido aos mortos.
Os mortos tinham sobrevivido o suficiente para levar R$12,20 da sessão.
O toco não tinha perdido absolutamente nada.
Se aquele poder ancestral precisasse de um novo guardião, a escolha já estava feita.
O bônus em Wild Clusters dura menos que minha paciência.
