Apenas 18+. Jogue Responsavelmente.
O Sol estava ganhando o casamento por x5 a x3.
O telescópio tinha ficado no meio.
Quatro símbolos de Sol tinham pousado na minha primeira rodada de R$2,00.
Duas Luas apareceram do outro lado.
À esquerda, o multiplicador subiu até x5.
À direita, a Lua chegou em x3.
No centro da tela havia instrumentos astronômicos suficientes para observar uma galáxia inteira e absolutamente nenhum equipamento capaz de separar os dois.
Então vieram vitórias das duas pontas ao mesmo tempo.
Uma combinação começou pela esquerda.
Outra entrou pela direita.
O Sol puxou de um lado.
A Lua puxou do outro.
x5 mais x3.
x8.
O valor cru escondido debaixo daquele eclipse doméstico era R$2,80.
O céu inteiro caiu em cima dele.
R$22,40.
Os símbolos vencedores explodiram.
Outros despencaram para dentro daquela grade estranha, estreita nas pontas e larga no meio.
Uma Lua apareceu na queda.
O lado direito aumentou novamente.
Outra pequena combinação nasceu daquele horizonte.
R$1,60 antes do multiplicador.
Lua x4.
R$6,40.
Depois o universo perdeu o interesse.
Total da primeira rodada:
R$28,80.
Fiquei olhando para o grande rosto de Sol e Lua unido no cenário.
Metade dourada.
Metade prateada.
As duas faces encostadas.
Calmas.
Quase românticas.
A capa de Destiny of Sun & Moon prometia amor eterno entre os dois. Também prometia dez Rodadas Grátis e multiplicadores alimentados pelos símbolos solares e lunares.
Nas minhas mãos, amor eterno tinha começado com placar separado.
A tela usava seis rolos, mas eles não tinham a mesma altura.
Dois espaços na primeira ponta.
Três.
Quatro.
Quatro.
Três.
Dois na outra ponta.
Parecia um pedaço de universo comprimido no meio.
Sóis.
Luas.
Telescópios.
Instrumentos celestes.
Uma esfera armilar dourada girando no lugar sem sair do lugar.
Cartas A, K, Q e J que aparentemente tinham conseguido autorização para participar da astronomia.
E o Wild com as duas faces unidas, aparecendo apenas nos rolos centrais.
Logo ficou claro que nenhuma ponta tinha exclusividade sobre o dinheiro.
As combinações podiam atravessar os rolos da esquerda para a direita ou fazer o caminho inverso.
Isso mudou completamente a maneira como eu olhava para a tela.
Um telescópio no primeiro rolo podia começar alguma coisa apontando para o futuro.
Outro no sexto podia começar a mesma confusão voltando pelo céu.
O centro só recebia o impacto.
Na rodada seguinte apareceu um Sol.
O lado esquerdo foi para x2.
Uma combinação atravessou daquele lado.
R$4,80.
Nova rodada.
Tudo voltou a x1.
Uma Lua apareceu.
Direita x2.
Nada ganhou por ali.
A Lua tinha dobrado sua presença sobre o vazio.
Depois vieram um Sol e uma Lua.
x2 de cada lado.
Nenhuma vitória.
Paz celestial perfeita.
Financeiramente inútil.
Comecei a acompanhar os dois círculos de multiplicador mais do que os próprios símbolos.
Sol pousava.
Esquerda crescia.
Lua pousava.
Direita crescia.
Quando os dois apareciam, a tela começava a parecer um eclipse sendo negociado por força bruta.
Três Luas chegaram numa rodada.
O lado direito subiu para x4.
Havia telescópios, estrelas e objetos astronômicos espalhados pelo centro.
A vitória veio da esquerda.
Nenhum uso para aquele x4 lunar.
Pouco depois o Sol devolveu exatamente a mesma crueldade.
Três Sóis.
Esquerda x4.
A combinação útil nasceu pela direita.
A cada rodada, os dois pareciam perfeitamente capazes de iluminar o lado errado do céu.
O Wild de Sol e Lua ajudou uma sequência de telescópios vindo da direita.
Uma Lua tinha pousado.
x2.
R$7,20.
A grade caiu.
Nada atrás.
Depois veio uma pequena conexão de cartas por R$3,60.
Mais algumas rodadas vazias.
Os Scatters começaram a aparecer.
Dois.
Nada.
Mais tarde:
dois novamente.
Três abririam dez Rodadas Grátis.
Dois Scatters tinham aparência de fenômeno astronômico.
E função de enfeite.
Dois Sóis podiam aumentar um multiplicador.
Duas Luas também.
Dois Scatters conseguiam apenas brilhar em silêncio até a rodada terminar.
Foi então que o jogo base produziu o eclipse que passou a governar a sessão.
Quatro Sóis apareceram.
Duas Luas.
Antes de qualquer pagamento:
Sol x5.
Lua x3.
Uma sequência de esfera armilar atravessava a tela pela esquerda.
Do outro horizonte, telescópios também tinham formado caminho.
Os dois lados estavam ganhando no mesmo instante.
Pela primeira vez, o casal celestial tinha olhado para a mesma parte do universo e concordado.
Isso foi péssimo para os símbolos.
Os dois multiplicadores se juntaram.
x8.
Havia R$12,00 de vitória crua embaixo.
R$96,00.
A grade explodiu.
Instrumentos celestes caíram.
Uma nova Lua apareceu.
Um novo Sol também.
Esquerda:
x6.
Direita:
x4.
A nova configuração conseguiu de novo.
Vitória de um lado.
Vitória do outro.
Sol e Lua puxando a mesma rodada pelas duas bordas.
x10.
Valor cru:
R$4,40.
R$44,00.
Outra queda.
Os multiplicadores continuavam ali, enormes, iluminando os dois horizontes.
Nenhum símbolo encontrou caminho.
Fim.
R$140,00.
O jogo base tinha acabado de produzir R$140,00 porque dia e noite cooperaram durante duas quedas seguidas.
Olhei para o rosto unido no cenário.
Parecia sereno.
Aquilo era claramente disfarce.
Depois de R$140,00 eu estava menos desesperado pelas Rodadas Grátis.
Queria vê-las.
Claro.
Mas o universo comum já tinha mostrado que conseguia perder completamente a compostura sem precisar de bônus.
Veio uma fase fria.
Sol.
Nada.
Lua.
Nada.
Dois Sóis e uma vitória entrando pela direita.
Naturalmente.
Dois Scatters.
Outra vez.
Um telescópio apareceu apontado quase diretamente para uma Lua.
Nenhuma vitória.
Se havia um símbolo que deveria saber onde encontrar a Lua, era aquele.
Ela estava praticamente na frente dele.
O telescópio permaneceu inútil.
A esfera armilar também tinha seus dias.
Aparecia brilhando, cheia de círculos dourados, com aparência de instrumento capaz de calcular o movimento dos céus.
Depois falhava porque faltava um símbolo no último rolo.
Conseguia mapear o universo.
Não conseguia localizar um segundo K.
Os R$140,00 mantinham a sessão saudável enquanto as rodadas de R$2,00 atravessavam esse pedaço mais seco.
Até que os Scatters apareceram em trio.
Três.
Finalmente.
Sem quarto.
Dez Rodadas Grátis.
A tela se iluminou.
Os dois círculos lá embaixo mudaram.
Sol:
x2.
Lua:
x2.
Entraram iguais.
Isso durou pouco.
Durante as Rodadas Grátis, cada Sol acrescentava +2 ao multiplicador da esquerda e cada Lua +2 ao da direita antes do pagamento.
Primeira Rodada Grátis.
Duas Luas.
O lado direito saltou de x2 para x6.
Sol continuou em x2.
Nenhuma vitória.
A Lua tinha aumentado três vezes de tamanho matemático para iluminar nada.
Segunda rodada.
Um Sol.
Esquerda x4.
Lua ainda x6.
Uma conexão pequena entrou pela direita.
R$1,20 antes do multiplicador.
x6.
R$7,20.
A Lua finalmente encontrou alguma coisa no escuro.
Terceira Rodada Grátis.
Dois Sóis.
O lado esquerdo foi de x4 para x8.
A Lua permaneceu em x6.
Nada.
O Sol tinha construído x8 para aquecer telescópios sem pagamento.
Quarta rodada.
Uma Lua.
Direita:
x8.
Agora estavam iguais.
Sol x8.
Lua x8.
Por um instante, o universo ficou perfeitamente equilibrado.
Aí surgiram vitórias dos dois lados.
Os multiplicadores se uniram.
x16.
Embaixo daquela união celestial havia R$1,60.
R$25,60.
O Sol e a Lua tinham finalmente alcançado harmonia para multiplicar um real e sessenta.
Comecei a entender o tipo de romance.
Quinta Rodada Grátis.
Um Sol.
Uma Lua.
x10.
x10.
Nenhuma vitória.
Aquilo ficou quase bonito.
Duas metades do céu.
Mesma força.
Vinte vezes de potencial espalhado abaixo dos rolos.
Zero reais.
O Wild com as duas faces apareceu no meio da grade.
Claro que ele parecia tranquilo.
Ele não precisava escolher lado.
Sexta rodada.
Duas Luas.
Direita foi para x14.
Esquerda continuou x10.
Uma vitória minúscula conseguiu entrar da direita.
R$0,80.
Lua x14.
R$11,20.
Quatorze vezes de luar concentrado em oitenta centavos.
O telescópio estava na tela.
Torci para que estivesse registrando aquilo.
Sétima Rodada Grátis.
Três Sóis.
O lado esquerdo saltou de x10 para x16.
Lua:
x14.
Trinta pontos de multiplicador espalhados entre os dois horizontes.
A grade parou.
Nada ganhou.
Nem telescópio.
Nem esfera armilar.
Nem carta.
Nem qualquer objeto que tivesse passado milênios observando o céu conseguiu encontrar símbolos suficientes para usar aquilo.
x16 de Sol.
x14 de Lua.
E um silêncio espacial completo.
Oitava Rodada Grátis.
Dois Scatters.
Sem retrigger.
Uma Lua apareceu com eles.
Direita subiu para x16.
Sol x16.
Lua x16.
Equilíbrio outra vez.
Uma vitória veio da esquerda.
Só da esquerda.
Valor cru:
R$1,00.
x16.
R$16,00.
O universo tinha conseguido deixar dia e noite exatamente iguais.
A vitória escolheu um lado só.
Penúltima Rodada Grátis.
Um Sol.
Esquerda:
x18.
Lua:
x16.
Os símbolos foram parando.
Telescópios conectaram por um horizonte.
Outra rota também funcionava pelo lado oposto.
As duas pontas.
Olhei para os multiplicadores.
x18.
x16.
O casal tinha passado nove Rodadas Grátis aumentando o brilho e finalmente encontrado algo que os dois queriam ao mesmo tempo.
x34.
Havia R$1,20 escondido debaixo daquilo.
x34.
R$40,80.
Trinta e quatro vezes.
Quarenta reais e oitenta.
O telescópio tinha acabado de sobreviver a uma disputa entre Sol, Lua, dois horizontes e multiplicador suficiente para deixar o céu torto.
Quarenta reais e oitenta.
Os símbolos vencedores sumiram.
A grade caiu.
Nenhum Sol novo.
Nenhuma Lua.
Nenhuma segunda vitória.
Restava uma Rodada Grátis.
O total do recurso estava em R$100,80.
Foi aí que a situação ficou realmente boa.
O jogo base tinha produzido R$140,00 numa única sequência de duas quedas.
As Rodadas Grátis tinham passado nove giros fabricando Sol x18 e Lua x16.
Ainda estavam atrás.
Última rodada.
Nenhum Sol.
Nenhuma Lua.
Os multiplicadores permaneceram enormes.
x18.
x16.
Telescópio.
Esfera armilar.
Algumas letras.
Objetos suficientes para estudar o universo inteiro.
Os rolos pararam.
Nada.
Fim.
Dez Rodadas Grátis:
R$100,80.
Nenhum retrigger.
O Sol tinha começado em x2 e terminado em x18.
A Lua saiu de x2 e chegou a x16.
Juntos, chegaram a colocar x34 atrás de uma única vitória.
Faltou apenas o pequeno detalhe de fornecer mais vitória para tudo aquilo multiplicar.
O recurso desapareceu.
Voltei ao jogo base.
As duas órbitas lá embaixo foram limpas.
Sol:
x1.
Lua:
x1.
O grande rosto unido permaneceu acima da grade.
Metade dia.
Metade noite.
Calmo.
Como se os últimos dez giros não tivessem acontecido.
x18 tinha sumido.
x16 também.
O telescópio continuava apontado para o céu.
Depois de tudo aquilo, finalmente entendi o que ele procurava.
Queria saber onde foram parar os multiplicadores.
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