Apenas 18+. Jogue Responsavelmente.
Três olhos estavam alinhados na fileira de baixo.
Um na esquerda.
Outro mais para o meio.
O terceiro debaixo de um K que ainda tinha esperança de continuar sendo uma letra.
Abriram da esquerda para a direita.
O primeiro disparou.
O segundo disparou.
O terceiro também.
No-Brainer tinha dado duas direções para cada um.
Seis trajetórias rosas atravessaram Electric City.
Um olho foi na diagonal.
Outro subiu reto.
Um terceiro encontrou o Energy Field da direita e voltou.
Um robô virou Wild.
Uma letra virou Wild.
Outro símbolo sumiu debaixo de um W rosa.
O olho que ricocheteou encontrou um Wild criado por outro olho.
Clarão.
Multiplicador.
Do outro lado, mais uma retina atingiu o Energy Field superior.
Voltou.
Passou por outro Wild.
Mais eletricidade.
Mais rosa.
Quando tudo finalmente parou, havia mais olhos funcionando do que símbolos ainda capazes de lembrar o próprio nome.
Era o sétimo giro de No-Brainer.
No começo, Electric City ainda parecia ter serviço de saúde.
Eu estava em R$1,20.
Dr Zappo ocupava a lateral do grid com jaleco branco, óculos roxos e aquela tranquilidade específica de cientista que já decidiu que tampa em recipiente é excesso de prudência.
Mr Brain vinha atrás.
Um cérebro de verdade.
Dentro do recipiente.
Protegido.
Sem intenção de passear pela rua.
Mr Brain já era o personagem mais sensato do jogo.
Prédios coloridos cercavam o 5×4.
Cabos.
Aparelhos elétricos.
Equipamento estranho.
Mais adiante, um letreiro anunciava EYECREAM.
Bom planejamento urbano.
A cidade tinha entendido cedo qual produto teria demanda.
As primeiras rodadas foram civilizadas.
Js atravessaram uma payline e devolveram R$1,68.
Uma combinação de gadgets trouxe R$3,12.
Os robôs conseguiram reunir parentes suficientes para R$3,84.
Então apareceu o primeiro Eyeball.
Lá embaixo, perto da direita.
Globo branco.
Íris rosa.
Um nervo comprido pendurado.
Nenhuma órbita no bairro parecia ter perdido aquilo recentemente.
O olho abriu.
Disparou na diagonal para a esquerda.
Primeiro símbolo atingido virou Wild.
Depois outro.
No fim da trajetória, o próprio olho também virou Wild.
Três Ws rosas agora cortavam a tela.
R$9,36.
Dr Zappo continuou ao lado dos reels.
Um globo ocular tinha acabado de atravessar três símbolos no meio da rua e o jaleco dele permanecia mais limpo que o laboratório inteiro.
No giro seguinte, tudo sumiu.
K.
Q.
Robô.
Gadget.
Símbolos novos.
Electric City tinha reconstruído a visão antes da próxima aposta.
Mais R$1,20.
Nada.
Depois veio outro Eyeball na fileira inferior.
Esse escolheu subir reto.
Um símbolo perdeu a identidade.
Depois outro.
O olho terminou a viagem e virou Wild também.
Uma linha atravessou a cicatriz rosa vertical.
R$11,04.
A oftalmologia local tinha encontrado um procedimento em que o paciente era o reel.
Algumas rodadas passaram sem grande lesão.
Um FS apareceu sozinho.
Foi embora.
Outro veio mais tarde.
Também sozinho.
Um Eyeball encontrou uma coleção ruim de símbolos, atravessou alguns deles e conseguiu R$2,88.
Até visão destrutiva dependia de payline.
Depois chegou o primeiro olho com vontade de conhecer a infraestrutura.
Ele saiu da fileira de baixo numa diagonal para a direita.
Primeiro símbolo virou Wild.
Segundo também.
Na borda, o Energy Field pegou o olho.
Voltou.
Outra direção.
Mais um símbolo perdeu o nome.
No retorno, o Eyeball bateu num dos Wilds que já estavam no caminho.
Flash.
x3.
Só então virou Wild no fim da própria viagem.
Um órgão humano tinha atravessado o grid, batido na cerca elétrica de Electric City, retornado pelo trânsito e acertado o próprio estrago com força suficiente para criar multiplicação.
R$22,32.
O EYECREAM precisava de filial.
Mantive R$1,20.
As opções de compra ficaram paradas.
Não havia motivo para pagar entrada especial no laboratório enquanto globos oculares já escapavam para a rede elétrica pelo preço comum.
Outro Eye partiu para cima e para a esquerda.
Wild.
Chegou ao Energy Field superior.
Ricochete.
Desceu por outra diagonal.
Mais Wild.
Depois outro.
R$16,08.
Tudo limpou de novo.
Símbolos frescos ocuparam os lugares dos anteriores.
Dr Zappo tinha descoberto tipografia renovável.
Pouco depois, dois FS chegaram juntos.
Faltou companhia.
Sumiram.
No giro seguinte apareceu um.
Depois nenhum.
O Bonus continuou fechado.
Os olhos, não.
Um Eyeball apareceu embaixo na esquerda e disparou através de um Q e de um robô.
Os dois viraram Wild.
O olho terminou como terceiro Wild.
R$6,24.
Então o laboratório perdeu dois olhos na mesma rodada.
Um na parte inferior esquerda.
Outro na inferior direita.
O primeiro saiu na diagonal para o centro.
Wild.
Outro Wild.
O da direita subiu.
Wild.
Chegou ao Energy Field superior.
Ricocheteou.
Na volta, atravessou um dos Wilds produzidos pelo primeiro olho.
Clarão.
x5.
Agora havia dois acidentes oftalmológicos independentes ligados pela mesma combinação.
Um símbolo à esquerda alcançou a região.
Outra payline entrou mais abaixo.
O contador passou de R$12.
Depois R$24.
Parou em R$41,76.
Dois olhos destacados tinham atravessado a cidade separadamente e conseguido inventar visão binocular por acidente.
Mr Brain continuava no recipiente.
O cérebro era o único órgão que tinha escolhido não viajar.
Meu saldo já estava acima do ponto onde Dr Zappo tinha me recebido.
Depois Electric City ficou quieta.
Quietude significava que os olhos normais tinham permanecido dentro de quem quer que fosse o dono original.
Alguns giros de R$1,20 desapareceram.
Uma linha curta devolveu R$1,92.
Nada.
Dois FS de novo.
Faltou mais.
Um Eyeball apareceu, fez uma rota pequena de Wilds e trouxe R$5,28.
Parte do lucro voltou para os cabos da cidade.
Então os FS finalmente chegaram em quantidade.
Quatro explosões de quadrinhos espalhadas pelo grid.
No-Brainer.
Dez Rodadas Grátis.
O nome apareceu enquanto Dr Zappo permanecia exatamente ao lado de Mr Brain.
O cérebro estava presente.
A consulta tinha sido opcional.
Primeira Rodada Grátis.
Eyeball embaixo.
Abriu.
Um tiro foi reto para cima.
Outro saiu na diagonal.
Duas linhas de visão para um único olho.
A primeira atravessou dois símbolos.
A segunda pegou outro caminho.
No final, o Eyeball virou Wild.
R$7,68.
Profundidade visual tinha sido substituída por munição.
O giro seguinte veio sem Eye e pagou R$2,16.
Depois apareceram dois na fileira inferior.
O primeiro atirou reto e também para cima pela direita.
O segundo mandou uma trajetória para cima pela esquerda e outra em direção ao topo.
Quatro caminhos.
Wilds rosas começaram a espalhar-se.
Uma trajetória chegou ao Energy Field.
Voltou.
O olho acertou um Wild no retorno.
x2.
Outro caminho ainda converteu mais dois símbolos antes de terminar.
R$17,04.
O grid já parecia teste de visão desenhado por um eletricista.
Na rodada seguinte veio um Eyeball perto da parte inferior direita.
Primeiro tiro na diagonal esquerda.
Wild.
Wild.
Segundo tiro reto para cima.
Energy Field superior.
Volta.
Outro símbolo perdeu a identidade.
O Eye terminou como Wild.
Três Ws conectados trouxeram R$13,92.
Electric City estava perdendo substantivos.
Robô virava Wild.
K virava Wild.
Gadget virava Wild.
Q virava Wild.
Tudo que um globo ocular enxergava estava a uma descarga de virar W.
O próximo Eyeball bateu no Energy Field da esquerda.
Voltou por outro caminho.
Pegou um Wild existente.
x3.
R$10,56.
Depois vieram dois Eyes cujas rotas atravessaram boa parte do centro sem conseguir linha forte.
Rosa em todo lugar.
R$3,84.
A cidade tinha sofrido dano ocular considerável por menos de quatro reais.
Então chegou o giro que tinha aberto a sessão.
Três Eyeballs na fileira inferior.
Esquerda.
Centro.
Direita.
Abriram em ordem.
No-Brainer entregou duas trajetórias a cada um.
O primeiro disparou para cima e também na diagonal direita.
O segundo mandou um tiro para cima-esquerda e outro para cima-direita.
O terceiro lançou uma trajetória ao topo e outra em direção ao Energy Field da direita.
Seis olhos em movimento.
Um robô desapareceu debaixo de Wild.
Q foi logo depois.
Outro símbolo virou W antes que o olho responsável pelo estrago alcançasse a borda.
Energy Field.
Bounce.
Na volta, acertou Wild.
x2.
Outro Eyeball bateu no campo superior.
Ricochete.
Entrou pela área já contaminada.
Flash.
x5.
Em outra parte do grid, mais uma colisão aumentou outro Wild.
No fim das rotas, os três Eyeballs também viraram Wild.
As quatorze paylines agora precisavam atravessar uma cidade onde os símbolos normais pareciam moradores escondidos entre quadrados rosas.
As combinações começaram.
Uma encontrou o primeiro multiplicador.
Outra passou pelo x5.
Mais uma atravessou dois Wilds multiplicadores.
O contador passou de R$20.
Depois R$44.
Depois R$73.
Parou em R$86,88.
Três olhos tinham disparado seis vezes, ricocheteado em Electric City e deixado Wild suficiente para colocar as espécies originais do reel em risco.
O jaleco de Dr Zappo continuava branco.
A cidade já tinha perdido boa parte da oftalmologia.
Próxima Rodada Grátis.
Um Eyeball.
Duas trajetórias.
R$9,84.
Depois nada.
Na seguinte, dois olhos chegaram juntos lá embaixo.
Uma trajetória bateu no Energy Field da direita e voltou atravessando uma área Wild criada pelo outro.
x3.
Símbolos compatíveis alcançaram o estrago.
R$21,12.
A feature passou de R$132.
Mais adiante, um giro espalhou Wild por boa parte da tela e conseguiu apenas R$5,76.
Muito olho.
Pouco dinheiro.
Chegou a última Rodada Grátis.
Os reels desaceleraram.
No fundo do reel quatro apareceu um Eyeball.
Abriu.
Primeiro tiro na diagonal para a esquerda.
Wild.
Wild.
Segundo tiro reto para cima.
O olho alcançou o Energy Field superior.
Voltou pelo mesmo laboratório que acabara de atravessar.
Na descida, encontrou um Wild criado pela própria primeira trajetória.
Flash.
Multiplicador.
O globo ocular tinha disparado contra a cidade, batido no teto elétrico e voltado para colidir com o próprio trabalho anterior.
Uma combinação veio pela esquerda e atravessou aquela região.
R$37,44.
No-Brainer terminou perto de R$186.
A eletricidade da feature caiu.
Os símbolos comuns voltaram.
Os prédios de Electric City continuavam em pé.
Dr Zappo ainda estava ao lado do grid.
Mr Brain continuava protegido.
Meu saldo estava aproximadamente R$115 acima do começo.
Dei só mais um giro de R$1,20.
K.
Robô.
Q.
Aí outro Eyeball apareceu na fileira de baixo, do lado direito.
Agora uma direção só.
Diagonal esquerda.
Um símbolo virou Wild.
Outro também.
No fim, o próprio olho completou a trilha.
R$2,64.
Sem Energy Field.
Sem ricochete.
Sem segundo tiro.
Apenas um globo ocular atravessando o bairro e deixando três Ws no caminho.
Não apertei de novo.
A borda elétrica continuava estalando em volta dos reels.
Mr Brain seguia devidamente fechado no recipiente.
Electric City tinha acabado de descobrir por que o resto de nós prefere guardar os olhos aos pares.
Uma página acaba. Magic Treasures já chega puxando assunto.

