Apenas 18+. Jogue Responsavelmente.
O primeiro duelo matou um rolo inteiro e ficou ali como se a justiça tivesse sido feita.
Dusty Duel abriu numa cidade de faroeste onde toda janela parecia quebrável e cada cacto tinha cara de testemunha. Os rolos estavam presos numa moldura de madeira escurecida, cheia de borda queimada, com botas, cordas, chapéus, montes de ouro, letras, Scatters, símbolos VS e uma pistoleira do lado direito segurando a arma como se já tivesse decidido que os rolos eram culpados.
Acima de tudo ficava o Multiplier Reel, no formato de tambor de revólver.
x1.
x2.
x3.
Esperando.
Não era espera tranquila. Era espera de saloon. Aquela em que alguém está com a mão perto da mesa e todo mundo finge que não viu.
Comecei em R$1,50.
Baixo.
Poeira no bolso.
Valor de “deixa a cidade dar um tiro de aviso antes de eu vender o cavalo”.
Primeiro giro trouxe botas, cordas, As, um monte de ouro e um símbolo VS no terceiro rolo. O VS expandiu. Os rolos seguraram. A animação de duelo começou antes de eu formar qualquer opinião emocional sobre o assunto.
Wild ou Dead.
A pistoleira sacou.
O símbolo brilhou.
Dead.
O terceiro rolo inteiro virou marca de bala.
Sem Wild. Sem ajuda. Só uma faixa vertical de madeira baleada, como se o slot tivesse removido uma testemunha e pedido para a sessão seguir normalmente.
Os símbolos restantes tentaram pagar em volta.
Falharam.
O Multiplier Reel ficou no x1, o que pareceu correto e atravessado.
Segundo giro trouxe cordas espalhadas o suficiente para pagar. Elas sumiram, os símbolos caíram, e mais letras entraram nos espaços. Um acerto pequeno de Ks veio junto. O tambor do revólver subiu com cada win, como se o slot estivesse colocando bala numa história que ainda não tinha herói.
R$4,50 no total.
x2 apareceu por cima dos rolos por um instante.
Aí o giro acabou, e o multiplicador voltou para x1 na base, deixando aquela sensação de ver um cowboy escrever promessa na poeira.
Mais três giros passaram com bagunça de saloon se organizando mal. Botas faltando uma. Ouro dividido onde não servia. Um Scatter caiu no segundo rolo, outro no quinto, e nada juntou os dois além da pistoleira olhando para frente como se bônus perdido fosse teste de caráter.
Então veio um Multiplier Duel.
Outro tipo de VS.
Outra ameaça.
Expandiu pelo quarto rolo, puxou o duelo, e dessa vez o vencedor jogou um tiro de multiplicador no tambor acima dos rolos. x3. Os refills trouxeram Qs e chapéus. Um acerto pequeno entrou no multiplicador e pagou R$18,00.
Útil.
Nada calmante.
O revólver tinha provado que sabia multiplicar migalha enquanto ainda deixava rolo inteiro virar cena de tiroteio.
Liguei o Chance 300%.
A aposta foi para R$2,25.
O botãozinho à esquerda parecia que eu tinha comprado confusão de um vendedor ambulante na porta do saloon. Mais chance de Free Spins, supostamente. Mais chance de Scatters entrarem usando bota e esquecerem onde ficava a porta.
Os primeiros giros com Chance foram teatro empoeirado.
Scatter.
Nada.
Dois Scatters.
Sem terceiro.
VS Duel.
Dead de novo.
O segundo rolo ficou vazio em marcas de bala, e os símbolos restantes caíram com a elegância de gente desviando de cadeira quebrada. Um grupo de Js pagou R$6,75. O tambor foi para x2. Depois nada.
A pistoleira não parecia impressionada.
Tinha a calma de quem já viu bandido melhor.
Alguns giros depois, finalmente veio a versão Wild. VS no terceiro rolo. Animação de duelo. Clarão de pistola. Wild. O rolo inteiro encheu de Wilds, brilhante e útil, como se a cidade tivesse elegido um xerife competente por quinze segundos. Símbolos caíram em volta. Chapéus conectaram. Cordas conectaram. Montes de ouro conectaram. Três wins no mesmo giro empurraram o tambor para x4 e jogaram R$69,00 no centro.
Agora Dusty Duel tinha minha atenção.
Não confiança.
Atenção.
Confiança é para cidades onde duelos não transformam escada em marca de bala.
Fui para R$4,00 num bloco curto com Chance ainda ligado.
Decisão ruim de fronteira.
Primeiro giro: morto.
Segundo giro: símbolos baixos, x2, R$12,00.
Terceiro giro: três Scatters.
Só três.
Os rolos seguraram tempo suficiente para as portas do saloon abrirem dentro da minha cabeça. Faltava um. Mais um Scatter e o recurso entrava. O refill final trouxe uma bota. Nem uma bota boa. Uma bota com energia de quem chegou depois do duelo perguntando quem venceu.
Quarto giro entregou.
Scatter no rolo um.
Scatter no rolo dois.
Scatter no rolo quatro.
Scatter no rolo seis.
Free Spins.
Dez.
A tela entrou no bônus, e o tambor do revólver acima dos rolos passou a importar de um jeito pior. Na base, ele resetava. Aqui, podia continuar crescendo. Multiplicador em Free Spins não é número. É cowboy encostado no balcão com motivo para ficar.
Primeiro free spin: tambor em x1. Algumas cordas pagaram R$16,00. Refill. Montes de ouro pagaram R$24,00. O tambor subiu.
x3.
Tudo bem.
Segundo giro trouxe VS Duel no quarto rolo.
Wild ou Dead.
O tiro saiu.
Wild.
Bom.
O rolo encheu. Símbolos caíram em volta. Chapéus conectaram, depois botas. O tambor subiu para x5. O ganho chegou em R$108,00. A pistoleira parecia finalmente ter atirado no prédio certo.
Terceiro giro: Scatter apareceu. Outro Scatter apareceu. Nada de giros extras ainda, mas o recurso lembrou que podia alongar o duelo se estivesse com vontade de drama. Então veio um Dead no segundo rolo e esvaziou tudo.
Rolo dois fora.
O tambor seguia vivo.
O giro não.
Os próximos giros vieram rápidos e tortos. Um Multiplier Duel adicionou x4 ao tambor, depois os símbolos recusaram formar corpo suficiente em volta. Um Wild Duel acertou o quinto rolo e ajudou um grupo de Ks a pagar R$64,00. Um Dead no terceiro rolo arrancou o meio de uma tela promissora, deixando botas dos dois lados sem ponte, como dois cowboys gritando em margens diferentes de um cânion.
O tambor subia.
x8.
x9.
x11.
Cada vez que o multiplicador melhorava, os rolos inventavam um novo método de faroeste para desperdiçar. Rolo morto. Símbolo baixo. Scatter sozinho. Wild chegando depois que o grupo pay-anywhere já tinha ido embora da cidade.
O sétimo giro trouxe o melhor desenho.
Ouro por todo lado.
Rolo Wild no terceiro.
Multiplier Duel no quarto e vitória de x6.
O tambor pulou para x17.
Por um segundo, o saloon inteiro ficou quieto na minha cabeça. Montes de ouro conectaram pela tela. Refills trouxeram mais ouro. O contador mexeu. R$256,00. Depois R$352,00. Aí o refill trouxe um Dead no quinto rolo e baleou o lado direito vazio.
O pagamento parou em R$408,00.
Bom.
Irritante.
O slot tinha aberto o cofre, mostrado o saco maior e atirado na prateleira que segurava ele.
Oitavo giro: morto.
Nono giro: Scatter, Scatter, Scatter.
Três.
No bônus, três ou mais Scatters podiam trazer giros extras, e os rolos agora seguravam exatamente o suficiente para o recurso puxar ar.
Então veio o refill.
Sem Scatter.
Em vez disso, caiu um cacto no meio da tela com a postura de uma planta interrompendo destino.
Nada de giros extras.
Décimo giro: Wild Duel no segundo rolo.
Ótimo.
Só que os símbolos em volta eram quase todos letras e um monte de ouro emburrado na beirada. O tambor estava em x18, grande e pronto, e o giro pagou R$79,20 como se a cidade tivesse gastado a recompensa em chapéu.
Total dos Free Spins: R$673,60.
Em R$4,00.
Um retorno forte para um recurso que passou metade do tempo atirando na própria bota.
A base voltou, e o Chance 300% ainda brilhava com aquele sorriso pago. Desliguei e voltei para R$1,50. O saloon já tinha recebido otimismo demais.
Então as compras piscaram.
First Blood.
Dead or Alive.
No Mercy.
No Mercy apareceu com x50 inicial e duelo garantido, parecendo o tipo de botão que a pessoa aperta antes de um tumbleweed de desenho registrar desaparecimento. Passei o olho por meio segundo. A pistoleira segurou a arma. O tambor acima dos rolos estava limpo, vazio, paciente.
Não.
Não comprei.
O recurso já tinha mostrado que x18 podia virar R$79,20 por causa de um cacto no momento errado. Eu não precisava ver o que x50 faria com modos piores.
Três giros finais em R$1,50.
Primeiro: cordas suficientes, R$4,50, tambor para x2.
Segundo: VS Duel, Dead, terceiro rolo baleado de novo. Sem ganho.
Terceiro: Scatter no rolo um, Scatter no rolo cinco, Wild no rolo quatro e um grupo de ouro falhando por um símbolo. A pistoleira não mexeu. O tambor do revólver ficou acima dos rolos em x1, limpo como ameaça recém-polida.
Parei ali.
A cidade continuou empoeirada. O cacto manteve sua posição. As marcas de bala do último duelo sumiram dos rolos, mas não da minha opinião sobre elas.
Na tela final, o tambor do revólver esperava acima dos rolos, vazio e brilhando, como se o próximo tiro já estivesse carregado em algum lugar que eu não conseguia ver.
Joguei Coo Coo Cashoo Lightning Lines e o Chrome perguntou se eu tava bem.
