Apenas 18+. Jogue Responsavelmente.
O primeiro rubi não sobreviveu nem três segundos.
Caiu no terceiro rolo.
Ra levantou a mão.
Um raio atravessou a pedra.
O rubi desapareceu.
E uma parte do enorme disco solar acima dos rolos acendeu.
Pronto.
A joia tinha virado combustível.
Comecei em R$2,00 e Jewels of Ra já estava tratando pedras preciosas como se fossem lenha premium.
O templo inteiro parecia caro demais para esse tipo de comportamento.
Colunas douradas.
Pedra clara.
Céu azul.
Escaravelhos.
Falcões.
Pingentes.
Esmeraldas.
Safiras.
Rubis.
Portas de pirâmide enormes.
E Ra no meio daquilo tudo com o disco solar sobre a cabeça, administrando a luz do universo como alguém que nunca recebeu uma conta de energia.
Três esmeraldas trouxeram R$6,40.
Normal.
As joias ainda sabiam trabalhar como joias.
Então Ra pousou como Wild no terceiro rolo.
Uma linha de colares dourados passou por ele.
O disco brilhou.
SUN BEAM.
x3.
R$6,40 viraram R$19,20.
Ótimo.
A civilização egípcia tinha dominado energia solar e usado a descoberta para melhorar uma linha de colares.
Agricultura podia esperar.
O Nilo já tinha água.
Havia paylines precisando de intervenção divina.
Vieram algumas rodadas menores.
R$2,80.
Nada.
Falcões fizeram R$8,00.
Depois uma safira azul apareceu no quarto rolo junto com um pequeno ganho.
O pagamento terminou.
Um escaravelho entrou.
Não ficou admirando a pedra.
Não pediu autorização.
Foi direto na safira, pegou a joia e carregou até o disco solar.
Segundo ponto aceso.
A safira sumiu.
O inseto também.
Aquilo não era coleção.
Era roubo organizado com finalidade energética.
A partir daí, nenhuma pedra preciosa parecia segura.
Outro rubi caiu alguns giros depois e conseguiu sair vivo.
Nenhum escaravelho.
Nenhum raio.
Nenhuma tentativa de transformar a joia em eletricidade.
Provavelmente foi o momento mais tranquilo da vida daquele rubi.
Ra voltou com x2.
Ajudou uma linha de falcões a chegar em R$12,00.
Depois uma esmeralda foi confiscada.
Terceiro ponto no disco.
Faltava uma joia para completar o primeiro conjunto.
Os símbolos tinham mudado completamente de função.
No começo eram prêmios.
Agora eram pequenos galões de combustível com lapidação.
Uma linha de safiras trouxe R$10,00.
O escaravelho reapareceu depois do pagamento.
Pegou uma delas.
Levou embora.
Quarta joia.
A primeira câmara dourada acima do segundo rolo acendeu.
Luz desceu pela moldura.
O disco voltou a começar outra carga.
Quatro joias tinham acabado de ser roubadas e convertidas em reforma arquitetônica.
Ra permaneceu sereno.
Claro que permaneceu.
Não eram as joias dele.
A base esfriou um pouco.
Algumas rodadas mortas.
Depois Ra apareceu com x5.
Uma linha de rubis atravessou o Wild.
Valor normal:
R$7,20.
SUN BEAM.
x5.
R$36,00.
O templo explodiu em luz.
Ra baixou a mão.
Trinta e seis reais.
Energia de uma estrela concentrada sobre três pedras vermelhas.
Pelo menos agora a conta de luz começava a fazer algum sentido.
A segunda câmara foi sendo alimentada.
Um escaravelho levou uma esmeralda.
Depois um rubi.
Uma safira foi embora após uma vitória de R$8,00.
Três joias.
Faltava uma.
Foi aí que as grandes portas de pirâmide começaram a aparecer.
Uma.
Depois duas juntas.
Sem terceira.
Algumas rodadas depois, duas novamente.
Nada.
As portas eram gigantescas.
Pedra.
Luz azul.
Entrada suficientemente dramática para exigir sacerdotes, trombetas e pelo menos uma maldição hereditária.
Duas delas juntas não faziam absolutamente nada.
No meio da espera, Ra x2 trouxe R$10,40.
Colares deram R$6,00.
Então o escaravelho finalmente roubou outra esmeralda.
Quarta.
Segunda câmara acesa.
Agora havia ouro acima dos rolos dois e três.
O quarto continuava escuro.
A simetria do templo tinha sido destruída por falta de joias roubadas.
Isso parecia indigno de uma divindade solar.
Ra respondeu mostrando duas portas de pirâmide novamente.
Sem terceira.
Mantive a compra da feature quieta.
A opção de Sun Bet também.
Se o deus do sol precisava de contribuição extra para localizar a própria pirâmide, eu não seria o investidor.
As três portas acabaram chegando naturalmente.
Primeiro rolo.
Terceiro.
Depois a última no quinto.
A pedra atrás dos rolos se abriu.
Chamber Spins.
Dez Rodadas Grátis.
E as duas câmaras já carregadas vieram junto.
Isso mudou tudo.
A feature não começou vazia.
O escaravelho já tinha passado boa parte da base saqueando a joalheria para preparar o prédio.
Primeira Chamber Spin.
Rubi no segundo rolo.
A câmara acima dele acendeu.
O rolo inteiro ficou dourado.
Wild.
x2.
Uma linha de colares atravessou aquilo.
R$8,00 de base.
R$16,00.
A coluna dourada desapareceu depois.
Uma única pedra tinha acabado de transformar um rolo inteiro em infraestrutura solar.
Segunda rodada.
Safira no terceiro rolo.
Outra câmara disparou.
Reel dourado.
x3.
Falcões atravessaram.
R$6,00 viraram R$18,00.
O Egito antigo tinha abandonado construção com blocos.
Agora estava convertendo colunas inteiras em Wild quando alguém encontrava uma pedra bonita.
A terceira rodada trouxe apenas R$2,40 em símbolos baixos.
Nenhum espetáculo.
O templo lembrou por alguns segundos que ainda era um slot.
Na quarta, uma esmeralda ativou o segundo rolo novamente.
Golden Chamber.
x2.
Uma linha pequena chegou em R$10,00.
E o escaravelho apareceu.
Dentro da feature.
Pegou a esmeralda.
Levou para o disco.
Primeiro ponto da última câmara.
O inseto já não era ladrão.
Era funcionário de manutenção.
Na rodada seguinte veio outro rubi.
Depois do pagamento, outra joia desapareceu.
Segundo ponto.
A sexta trouxe uma linha de safiras e mais uma coleta.
Terceiro.
O quarto rolo continuava escuro.
Uma única joia separava Ra de completar a instalação elétrica mais cara do deserto.
Na sétima Chamber Spin, Ra apareceu com x3.
Falcões atravessaram.
R$18,00.
Útil.
Mas não era o que o templo queria.
Precisava de pedra.
O oitavo giro trouxe a esmeralda.
Caiu no quinto rolo.
Uma pequena vitória terminou.
O escaravelho entrou imediatamente.
Pegou a pedra.
Quarta joia.
A última câmara acendeu.
Agora os três rolos centrais estavam carregados.
O disco solar abriu.
SOLAR CROWN.
Aquilo já não parecia uma feature.
Parecia o momento em que alguém deveria evacuar o Vale dos Reis.
Os rolos giraram.
Segundo rolo:
Golden.
x2.
Terceiro:
Golden.
x4.
Quarto:
Golden.
x5.
Três Wild Reels completos lado a lado.
Os multiplicadores se juntaram.
x11.
Nas pontas:
safira.
safira.
O espaço entre elas virou ouro.
Cinco safiras atravessando a linha.
Valor base:
R$20,00.
x11.
R$220,00.
Outra linha de colares conseguiu cruzar os três rolos dourados.
R$4,00 de base.
x11.
R$44,00.
Falcões encontraram mais um caminho.
R$28,00.
SOLAR CROWN:
R$292,00.
Agora sim.
O disco solar girou.
Luz dourada tomou a pirâmide.
Os escaravelhos voaram.
Ra levantou os braços.
Três colunas inteiras tinham sido convertidas em Wild.
E no centro de toda aquela intervenção divina havia duas safiras nas pontas da tela finalmente recebendo tratamento digno do assalto que financiou o templo.
Depois daquilo, qualquer coisa pareceria pequena.
A nona rodada ativou apenas uma câmara x2.
R$12,00.
O templo tinha acabado de operar um sol particular por R$292,00 e agora estava de volta ao modo econômico.
Na última Chamber Spin, um rubi apareceu.
Ra também.
x3.
Uma linha de colares atravessou.
R$15,60.
Então acabou.
As dez Chamber Spins fecharam em R$476,80.
As vitórias menores espalhadas entre os grandes momentos tinham completado o restante sem roubar a cena.
A base tinha alimentado as câmaras.
As câmaras transformaram rolos em ouro.
Três rolos dourados produziram x11.
E x11 finalmente fez a joalheria inteira parecer compatível com aquele disco solar gigantesco.
O resultado me deixou bem no lucro.
Não era daqueles ganhos que precisam de explicação cuidadosa para provar que tecnicamente existiram.
Era lucro de verdade.
Ra tinha passado a sessão inteira ameaçando justificar todo aquele ouro.
No Solar Crown, justificou.
A base voltou.
As câmaras desapareceram.
Os rubis voltaram a ser apenas rubis.
Esmeraldas pararam de parecer combustível nuclear.
Uma safira caiu e permaneceu no próprio rolo.
Nenhum escaravelho apareceu.
Aquilo pareceu suspeito.
Escaravelho parado provavelmente significava intervalo.
Uma rodada trouxe R$2,80.
A seguinte morreu.
Então a luz do templo começou a mudar.
Não apareceu mensagem.
Nenhum símbolo especial caiu.
Nada pagou.
O brilho dourado simplesmente foi diminuindo.
O azul voltou para as pedras.
As colunas escureceram.
As tochas continuaram acesas, mas o enorme disco acima dos rolos perdeu aquela intensidade absurda da feature.
Ficou âmbar.
Cansado.
Quase comum.
Depois de quarenta minutos jogando rubis, safiras e esmeraldas dentro de uma máquina solar, Jewels of Ra finalmente encontrou um recurso que nem o Egito tinha em estoque infinito.
Luz do dia.
Trinity Impact fez um adulto pedir desculpa pra tela.

