Apenas 18+. Jogue Responsavelmente.
Metade da mulher estava no primeiro rolo.
A outra metade já tinha chegado ao terceiro.
As pernas continuavam onde tinham sido deixadas.
Acima delas, a parte superior voava com duas asas enormes abertas sobre a aldeia.
x5 brilhava embaixo.
Naquele momento, Manananggal 1000 já tinha deixado de ser uma slot sobre uma criatura sobrenatural.
Tinha virado uma sessão sobre logística corporal.
Entrei com R$ 360 e deixei R$ 2,50 por giro.
A aldeia aparecia cercada por mata escura, telhados baixos e uma lua azul iluminando tudo.
A mulher surgia inteira nos rolos.
Olhos claros.
Cabelos compridos.
Asas dobradas atrás.
Essa configuração durava até uma Lua aparecer junto dela no primeiro rolo.
Foi o que aconteceu cedo.
A tela escureceu.
O corpo se separou.
A parte inferior ficou presa no primeiro rolo.
A metade alada saiu dali.
Primeiro movimento.
Segundo rolo.
x2.
Alguns símbolos vermelhos formaram uma linha atravessando o Wild alado.
R$ 5 entraram numa pequena reserva da noite.
Nada foi pago ainda.
Ela continuava longe das próprias pernas.
Outra Lua apareceu.
Terceiro rolo.
x5.
Dessa vez uma combinação melhor passou por ela.
A reserva aumentou.
No giro seguinte apareceu uma Lua de retorno.
A parte superior voltou uma posição.
Depois veio outra.
Mais um passo para a esquerda.
Reencontro.
A mulher voltou a ficar inteira.
O x5 bateu no que tinha sido acumulado.
R$ 37,50.
Primeira saída noturna concluída.
Tudo tinha funcionado.
Mesmo assim, o processo inteiro parecia uma quantidade excessiva de risco para alguém que poderia simplesmente ter permanecido com o próprio corpo completo.
Poucos giros depois, ela fez de novo.
Lua.
Separação.
Metade de baixo no primeiro rolo.
Parte alada no segundo.
x2.
Depois terceiro.
x5.
Mais uma Lua.
Quarto rolo.
x10.
Agora havia três rolos inteiros entre a mulher e as próprias pernas.
Foi quando apareceu o alho.
O símbolo caiu perto da rota.
As asas pararam.
O caminho para frente apagou.
A volta acendeu.
No giro seguinte, ela recuou para o terceiro rolo.
Depois segundo.
Depois primeiro.
Reencontro.
R$ 27,50.
O alho tinha estragado um possível voo maior.
Também tinha evitado que o amanhecer encontrasse uma mulher dividida em duas partes da aldeia.
Os minutos seguintes ficaram muito menos eficientes.
Lua sem Manananggal.
Manananggal sem Lua.
A criatura aparecia no primeiro rolo e não recebia autorização para sair.
Em outros giros, a Lua surgia do outro lado enquanto ela simplesmente não estava presente.
Uma separação curta chegou só a x2 e devolveu R$ 10.
Outra alcançou x5, mas quase nada entrou na reserva antes da volta.
O saldo passou por R$ 315.
Depois R$ 278.
A própria criatura parecia viajar mais do que o dinheiro.
A certa altura, dois Moon Gates apareceram.
O terceiro não veio.
Mais tarde, dois novamente.
Nada no quinto rolo.
A aldeia continuava escura.
A mulher continuava inteira.
Provavelmente era a melhor situação possível para ela.
Não para a sessão.
Perto de R$ 235, outra tentativa de três Moon Gates falhou.
Dois.
Depois nenhum.
Os giros começaram a parecer uma sequência de noites em que a Lua e a criatura tinham combinado horários diferentes.
Quando o saldo se aproximou de R$ 182, os três Moon Gates finalmente pousaram.
A tela mudou.
A Lua aumentou no céu.
Dez giros noturnos apareceram.
A separação veio imediatamente.
Metade inferior no primeiro rolo.
Metade alada levantando voo.
Dessa vez não parecia uma viagem curta.
Primeiro giro.
Lua.
Ela avançou para o segundo rolo.
x2.
Uma linha dourada atravessou o Wild.
R$ 7,50 foram para a reserva.
Segundo giro.
Outra Lua.
Terceiro rolo.
x5.
Mais símbolos conectaram.
R$ 17,50 acumulados.
A parte inferior continuava imóvel no primeiro rolo.
A essa altura, o multiplicador estava crescendo exatamente na mesma velocidade em que a distância entre as duas metades começava a parecer uma ideia ruim.
Terceiro giro.
Nenhuma Lua.
Uma pequena combinação vermelha ainda usou o Wild.
A reserva aumentou um pouco.
Quarto giro.
Lua.
Quarto rolo.
x10.
As asas se abriram ainda mais.
Os telhados da aldeia ficaram pequenos embaixo.
Outra combinação entrou.
A reserva passou de R$ 30.
Seis giros ainda estavam disponíveis.
Então veio mais uma Lua.
Quinto rolo.
x25.
A parte alada tinha chegado ao outro lado.
As pernas continuavam no primeiro.
A mulher agora estava separada por praticamente toda a largura da tela.
A Lua começou a perder cor.
O amanhecer tinha entrado na equação.
Uma linha de símbolos vermelhos atravessou a criatura.
Mais dinheiro para a reserva.
No giro seguinte, outra Lua caiu.
Não havia mais rolo para avançar.
O multiplicador subiu.
x50.
As asas ocuparam ainda mais espaço.
Outra combinação pagante entrou.
Então apareceu outra Lua.
x100.
A mulher estava no quinto rolo.
As próprias pernas permaneciam no primeiro.
O multiplicador mostrava x100.
Restavam três giros noturnos.
A feature tinha conseguido transformar uma criatura lendária num problema de transporte com prazo de validade.
Veio a primeira Lua de retorno.
Ela recuou para o quarto rolo.
O x100 continuou ativo.
Dois giros.
O caminho para o terceiro parecia pronto.
Então caiu sal.
A rota brilhou e travou.
Nenhum movimento.
Uma oportunidade inteira de retorno tinha acabado de desaparecer.
Último giro.
A metade de cima ainda estava no quarto rolo.
A metade de baixo continuava no primeiro.
A Lua estava quase indo embora.
A reserva já tinha dinheiro suficiente para fazer o x100 importar de verdade.
Nesse ponto, as gemas perderam qualquer importância.
A aldeia também.
Eu queria apenas que aquela mulher encontrasse as próprias pernas antes do sol.
Os rolos giraram.
Uma Lua de retorno apareceu.
Outra parte da rota acendeu.
A asa passou pelo terceiro rolo.
Depois segundo.
Primeiro.
Reencontro.
A tela escureceu por um instante.
A mulher voltou a aparecer inteira.
A reserva noturna abriu.
x100.
R$ 200.
Não era um prêmio monstruoso para uma tela mostrando x100.
Era enorme comparado com o rumo que a sessão tinha tomado antes da feature.
O céu começou a clarear atrás da aldeia.
A criatura tinha atravessado quase a noite inteira, chegado ao outro lado, perdido um dos últimos movimentos por causa do sal e conseguido voltar no último giro possível.
O dinheiro recuperado trouxe a sessão de volta para perto de um lugar respeitável.
Não até o lucro.
Mas perto o suficiente para tornar cada nova Lua perigosa novamente.
Continuei em R$ 2,50.
A aldeia voltou à noite normal.
A mulher apareceu inteira.
Nenhum x100.
Nenhuma metade abandonada.
Nenhuma emergência envolvendo amanhecer.
Alguns giros passaram sem nada.
Uma combinação de gemas pagou R$ 7,50.
Lua sozinha.
Depois a criatura sem Lua.
Uma pequena linha.
A recuperação começou a encolher.
Outro voo curto chegou a x2 e voltou com R$ 5.
Depois nada.
Mais alguns giros.
A sessão voltou a perder terreno devagar.
A feature tinha consertado bastante coisa sem conseguir apagar tudo o que tinha acontecido antes dela.
Então uma nova Lua apareceu junto da Manananggal no primeiro rolo.
Separação.
Metade inferior ficou.
A parte alada avançou para o segundo rolo.
x2.
No mesmo giro seguinte, um alho caiu exatamente ao lado das pernas abandonadas.
As asas pararam.
A rota de retorno acendeu imediatamente.
Ela mal tinha saído.
No próximo giro, voltou.
Reencontro.
R$ 5.
Pouco antes, aquela criatura tinha atravessado quase a aldeia inteira, chegado ao x100 e corrido de volta com o amanhecer já aparecendo.
Dessa vez, avançou um único rolo, viu alho ao lado das próprias pernas e cancelou a noite inteira.
Vi um 1000x em The Sword and the Grail Excalibur. Depois acordei.

