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Medusa terminou a guerra com 40 de vida porque o último rolo preferiu alfabetização a capacete.
Ela tinha chegado à Rodada Grátis final com 80 na barra.
Perseu cumpriu o golpe obrigatório e arrancou 40.
No primeiro rolo havia um elmo de bronze.
No quarto, outro.
O terceiro estava completamente ocupado por um Perseu Wild Empilhado, três guerreiros de altura, espada levantada, escudo na frente e disponibilidade total para fingir ser qualquer peça do arsenal grego.
No segundo rolo apareceu uma adaga.
O quinto desacelerou.
Passou uma tocha.
Passou um escudo.
Parou um Q turquesa.
Nada de combinação de elmos.
Nada de segundo ataque.
Nada de golpe final.
Dois capacetes militares ficaram olhando um para o outro através de um herói petrificado enquanto uma letra preservava a criatura mais perigosa da mitologia.
A barra de Medusa manteve uma faixa vermelha fina.
Quarenta pontos de vida.
As cinco Rodadas Grátis extras continuaram trancadas atrás da derrota dela.
As serpentes voltaram a mexer a cabeça.
Perseu abaixou a espada.
O Q permaneceu no último rolo com a tranquilidade de quem tinha acabado de reescrever uma lenda sem sair do alfabeto.
Para chegar até aquela derrota, porém, a campanha começou com muito mais cerâmica.
Medusa 2: The Quest of Perseus abriu dentro de um templo em ruínas, sob nuvens pesadas e luz de tochas. Colunas quebradas desapareciam na escuridão. Rostos petrificados ocupavam as paredes. Medusa surgia de armadura negra, segurando uma cabeça de pedra enquanto várias cobras saíam do cabelo para examinar o botão de girar.
A cabeça parecia arrependida de ter participado.
As cobras pareciam felizes com a chegada de material novo.
Perseu aparecia nos rolos de elmo e escudo, mas o restante do equipamento vinha separado.
Tochas.
Maças.
Adagas.
Escudos.
Capacetes.
A Grécia tinha enviado o herói inteiro e distribuído a própria coragem por trinta linhas diferentes.
Comecei com R$ 2,00.
Três tochas deram o primeiro ganho.
As chamas alinharam, piscaram e pagaram R$ 0,80.
Perseu não atacou ninguém.
Medusa não apareceu.
A expedição tinha conseguido iluminar um corredor.
Vieram vários quase-golpes depois disso.
Dois elmos nos primeiros rolos e outro no quarto.
Escudos nas pontas com um K no centro.
Adagas ocupando três alturas diferentes, prontas para o combate e incapazes de combinar o andar.
Então os rolos dois e quatro viraram pedra.
Duas placas escuras cobriram as colunas inteiras. Serpentes esculpidas subiam por elas enquanto os outros rolos paravam normalmente.
Quando o quinto terminou, a rocha começou a rachar.
As duas colunas revelaram elmos.
Outro capacete já esperava no primeiro rolo.
A linha pagou.
No alto da tela, uma Pedra da Alma vermelha ocupou o primeiro encaixe.
Perseu tinha recuperado um fragmento de essência humana usando duas colunas petrificadas cheias de proteção para cabeça.
Ao lado das pedras, o medidor azul começou a perder uma célula por giro.
A Pedra da Alma era antiga, mística e vinha com prazo de validade.
Os Rolos de Pedra podiam cobrir de uma a três colunas e revelar símbolos iguais, Pedras da Alma ou uma Poção Azul depois que os rolos terminavam de girar.
Antes que o medidor ficasse curto demais, três potes subiram diante da grade.
Um à esquerda.
Um no centro.
Um à direita.
As tampas tremiam. Fumaça verde saía pelas bordas. O templo escureceu ao redor deles.
Escolhi o pote do meio.
Veio uma Poção Azul.
O líquido voou direto para o medidor e acrescentou três células.
Ninguém bebeu.
Perseu não recebeu copo.
A poção prolongou a existência da alma à distância e voltou para lugar nenhum.
A medicina grega já tinha eliminado o paciente, a colher e a necessidade de encostar no remédio.
Os potes podiam esconder Pedra da Alma, Poção Azul, prêmio em dinheiro ou uma nova rodada.
O tempo extra não salvou aquela pedra.
Medusa apareceu durante um giro completamente morto.
O rosto dela tomou a parte superior da tela.
Os olhos acenderam em azul.
As serpentes se abriram em volta da coroa.
Embaixo havia letras, uma maça e duas tochas espalhadas em posições onde arma alguma reconhecia o próprio exército.
Nenhuma vitória útil.
Nenhuma defesa.
Medusa levantou a mão.
A Pedra da Alma explodiu.
Ela podia transformar guerreiros em estátuas, comandar cobras venenosas e ocupar metade do celular com um olhar.
Escolheu destruir a única joia que eu tinha acabado de conservar com xarope aéreo.
Baixei a aposta para R$ 1,00.
O templo continuou em ruínas.
As tochas mantiveram o consumo.
As serpentes não demonstraram respeito especial pela expedição econômica.
Outra Seleção de Potes apareceu.
Dessa vez fui no da esquerda.
R$ 2,00.
Os outros dois permaneceram fechados, talvez carregando Pedra da Alma, poção ou nova rodada.
Perseu tinha entrado no covil da Górgona, encontrado três vasos do destino e escolhido dinheiro suficiente para comprar um salgado na saída do templo.
Os potes afundaram.
Mais tarde, três colunas viraram pedra ao mesmo tempo.
A primeira rachou em maças.
A segunda abriu com adagas.
Na terceira havia outra Pedra da Alma.
Um encaixe vermelho voltou a brilhar.
O medidor azul começou outra contagem.
Medusa apareceu novamente alguns giros depois, mas agora uma linha de tochas cruzava a parte inferior.
A Pedra da Alma tremeu.
Perseu atacou antes que ela fosse destruída.
As tochas piscaram.
Medusa recuou.
Outra Pedra da Alma entrou no conjunto.
Perseu tinha protegido uma parte da alma e conquistado outra através de iluminação lucrativa.
Duas pedras agora brilhavam no alto.
O medidor caiu.
Uma Poção Azul saiu de outra coluna petrificada e devolveu três células.
Medusa retornou sobre uma combinação de Qs.
As letras pagaram.
Isso impediu que ela quebrasse qualquer pedra.
Só que Q não era elmo, escudo, tocha, maça nem adaga.
Perseu também não atacou.
A Górgona foi impedida por ortografia rentável e saiu sem receber um arranhão.
Três Pedras da Alma eram necessárias para abrir as Rodadas Grátis. Medusa podia destruir uma durante giros improdutivos, enquanto a Poção Azul acrescentava três espaços ao medidor que controlava quanto tempo a coleção permaneceria viva.
A última Seleção de Potes apareceu quando restavam apenas duas células.
Os três vasos vieram escurecidos, rachados e cercados por uma fumaça que teria encerrado qualquer escavação arqueológica responsável.
Escolhi o da direita.
Luz vermelha escapou pela tampa.
A terceira Pedra da Alma subiu.
Os três encaixes acenderam.
As portas do templo se abriram.
Dez Rodadas Grátis surgiram diante de Medusa, e a barra de vida dela encheu até 800.
Perseu avançou com espada e escudo.
Medusa levantou os braços.
Todas as cobras abriram a boca.
A batalha começou.
O primeiro golpe obrigatório tirou 40 de vida.
Perseu bateu.
Medusa absorveu o ataque.
Pouco depois, uma combinação de elmos provocou outro golpe. Escudos seguiram. Uma linha de tochas também causou dano, mesmo sem sair do cabo, voar pela tela ou realizar qualquer outra atividade normalmente associada a combater uma mulher coberta de serpentes.
Então surgiram Wilds de Perseu nos rolos três e quatro.
Medusa respondeu transformando as duas colunas inteiras em pedra.
O herói tinha aparecido duas vezes.
Ela petrificou as duas cópias.
Dois monumentos completos foram erguidos para homenagear um homem que continuava andando embaixo dos rolos.
As colunas permaneceram presas durante a rodada seguinte.
Depois a pedra se rompeu.
Os dois rolos voltaram como Perseus Wild Empilhado.
Três guerreiros em cada coluna.
Seis versões armadas do mesmo herói.
Todas mantidas por três Rodadas Grátis.
Medusa tinha tentado reduzir o exército usando geologia e acabou fabricando reforços.
Tochas atravessaram o primeiro Perseu empilhado.
Maças usaram o segundo.
Elmos passaram pelos dois.
Cada vitória com arma provocava outro ataque, enquanto o Perseu original permanecia abaixo da grade observando versões verticais dele concluírem a maior parte da missão.
A barra de Medusa caiu.
Passou por 620 de vida.
Depois 460.
Mais tarde chegou a 240.
As serpentes recuavam junto com ela.
Uma cobrinha verde perto do ombro continuava olhando para os rolos Wild, talvez tentando descobrir por que transformar o inimigo em pedra tinha feito ele ocupar seis espaços.
Os Perseus empilhados finalmente expiraram.
Os símbolos comuns voltaram.
A luta continuou com uma única cópia do herói.
Uma combinação de adagas tirou mais vida.
Escudos vieram depois.
Medusa chegou aos 80 de vida com uma Rodada Grátis restante.
Cinco rodadas adicionais aguardavam do outro lado da derrota.
O último giro começou.
Elmo no primeiro rolo.
Adaga no segundo.
Perseu Wild Empilhado ocupando o terceiro.
Outro elmo no quarto.
O quinto desacelerou.
A tocha passou.
O escudo passou.
O Q parou.
Perseu realizou o ataque normal.
Medusa caiu para 40.
A grade não encontrou vitória com arma.
Nenhum golpe adicional veio.
Nenhuma animação de derrota.
A Górgona endireitou o corpo.
As serpentes voltaram ao lugar.
As Rodadas Grátis terminaram em R$ 31,20.
O valor não devolvia o que a longa caçada pelas pedras tinha consumido. Servia apenas para provar que o templo tinha encontrado dinheiro antes de encontrar o terceiro capacete.
A tela de resultado cobriu a grade enquanto Medusa permanecia viva atrás do total.
As cinco Rodadas Grátis extras nunca apareceram.
O jogo base voltou.
Os três encaixes das Pedras da Alma estavam vazios.
O medidor azul recebeu novamente todas as doze células.
As tochas continuaram queimando nas paredes.
A espada de Perseu permaneceu apontada para a escuridão.
A expedição seguinte não saiu do portão.
O Scatter de Midnight Hunt caiu uma vez. Era o melhor universo.
