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A primeira lanterna pousou perto da parte de baixo do terceiro rolo.

R$ 4.

Não ficou lá.

Subiu direto até o espaço vazio mais alto.

Outra apareceu no mesmo rolo.

Também começou a subir, mas encontrou a de R$ 4 instalada acima e parou logo embaixo.

Aparentemente, Prosperity Lanterns aceitava objetos desafiando a gravidade.

Furar fila já era outra questão.

Eu estava em R$ 2,00 por giro.

A cidade ao fundo parecia preparada para uma noite muito mais barulhenta do que os primeiros minutos entregaram.

Telhados vermelhos.

Céu roxo.

Fogos ao longe.

Ornamentos tradicionais nos rolos.

Na parte de baixo, o Wild da dança do leão aparecia com uma expressão intensa demais para alguém cercado por cartas e enfeites.

Uma linha pequena devolveu R$ 6.

Outra trouxe R$ 10.

O leão entrou numa combinação que chegou a R$ 14.

Nada enorme.

As lanternas ao fundo continuavam subindo pelo céu como se toda a cidade tivesse resolvido fazer pedidos ao mesmo tempo.

Então um novo giro começou e os símbolos normais simplesmente saíram de cena.

Mini Bonus Feature.

Nenhum grupo de seis Prize symbols.

Nenhum aviso especial.

O festival tinha decidido que estava com falta de lanternas.

Três Bonus Spins.

Só Prize symbols.

A primeira trouxe R$ 4 no segundo rolo.

A lanterna nasceu embaixo e imediatamente subiu até o topo.

Depois veio R$ 2 no quarto.

Também para cima.

Nova Prize.

Contador de volta para três.

Uma segunda lanterna apareceu no segundo rolo.

Ela tentou subir, encontrou a de R$ 4 e ficou logo abaixo.

A organização vertical estava funcionando.

R$ 6 chegou no primeiro rolo.

Topo.

Depois R$ 2 no quinto.

Agora havia quatro lanternas ocupando a fileira mais alta.

Só faltava o terceiro rolo.

Três giros.

Nada.

Dois.

Uma nova Prize caiu no quarto rolo.

Subiu até onde conseguiu.

Era útil para construir o andar de baixo.

Para completar o céu de cima, absolutamente inútil.

Um giro.

Os rolos giraram.

Prize no terceiro.

A lanterna subiu.

Parou no único espaço vazio.

Cinco lado a lado.

A fileira x2 acendeu inteira.

Todos os valores dobraram.

Fogos atravessaram o fundo.

Então as cinco lanternas desapareceram.

As que estavam embaixo subiram.

Prosperidade concedida.

Próximo pedido imediatamente transferido para um andar superior.

A fileira seguinte agora estava diante do x3.

Chegaram mais lanternas.

Cada uma devolvia o contador para três.

Uma subia no primeiro rolo.

Outra no quinto.

Depois uma no meio.

Quatro posições acabaram preenchidas.

A quinta não apareceu.

Três giros vazios levaram o contador até zero.

O Mini Bônus terminou pagando também as lanternas restantes, mas sem completar a fileira x3.

Foi um bônus pequeno.

O efeito pior veio depois.

Eu parei de olhar os Prize symbols como simples valores.

Passei a olhar altura.

Rolo.

Espaço vazio.

No jogo-base, uma única Prize aparecia e não fazia nada.

Depois três no mesmo giro.

Em outro, cinco.

Cinco era um número especialmente provocador.

A tela podia montar praticamente um pequeno festival aéreo inteiro e continuar fora do bônus porque precisava de seis.

Uma rodada trouxe quatro Prize symbols e o Wild do leão no meio.

O leão tinha cor, barulho e pedigree festivo.

Não era uma lanterna.

Nada aconteceu.

Mais alguns giros.

Duas Prize.

Depois uma.

Depois quatro.

Até que uma tela parou diferente.

Uma Prize.

Outra.

Mais duas.

Quando o último rolo terminou, havia seis espalhadas pelos quinze espaços.

Bonus Feature.

Os símbolos normais desapareceram.

Quatro fileiras surgiram.

x2, x3, x5 e x10 ao lado.

Três Bonus Spins.

A primeira lanterna apareceu no quinto rolo.

Subiu direto.

Outra caiu no segundo.

Topo.

Primeiro rolo.

Três posições da fileira superior.

Cada nova chegada jogava o contador de volta para três.

A feature deixou de parecer uma contagem regressiva.

Virou uma questão de abastecimento aéreo.

Reel quatro.

Lanterna.

Um espaço.

Terceiro rolo.

Prize.

Ela subiu até o alto.

Cinco.

x2.

A fileira inteira acendeu.

Valores multiplicados.

Coleta.

Fogos.

As lanternas desapareceram.

Tudo que estava abaixo subiu.

Na parte inferior apareceu uma nova fileira.

x20.

Foi ali que a estrutura ficou perigosa.

Completar uma linha não significava apenas receber aquele multiplicador.

Significava empurrar o céu inteiro para cima e colocar um número maior embaixo.

A fileira x3 virou a próxima.

Prize no primeiro rolo.

Depois terceiro.

Outra lanterna caiu novamente no terceiro e parou logo abaixo da anterior.

A tela começou a parecer cinco elevadores independentes, todos transportando pedidos para o céu.

x3 completou.

Fogos.

Coleta.

Subida.

Agora x30 aparecia na parte de baixo.

A fileira x5 demorou mais.

Três posições vieram rápido.

Depois nada.

Contador em dois.

Outro giro vazio.

Um.

Restava uma tentativa.

Caiu uma Prize de R$ 1.

Quinto rolo.

Subiu.

Contador de volta para três.

A menor lanterna visível tinha acabado de prolongar a noite inteira.

Ela valia pouco.

Geograficamente, era uma heroína.

Mais uma Prize entrou.

Depois outra.

x5 completo.

A fileira sumiu.

Tudo subiu novamente.

x10 chegou ao topo.

x50 apareceu lá embaixo.

A essa altura, os valores individuais tinham virado informação secundária.

Primeiro eu olhava onde a lanterna tinha caído.

Depois quanto valia.

Uma Prize de R$ 20 no rolo errado podia esperar.

Uma de R$ 0,40 chegando exatamente no único espaço vazio era imediatamente a coisa mais importante do festival.

O x10 precisava do segundo rolo.

Dois giros passaram sem nada lá.

Então uma pequena lanterna caiu exatamente naquela coluna.

Subiu.

Último espaço.

x10.

A fileira acendeu.

Coletou.

Saiu.

O x20 assumiu a parte de cima.

Lá embaixo, x100 já tinha aparecido.

O festival tinha começado a noite com x2 e agora falava em x100 como se tivesse ocorrido uma inflação de desejos.

O x20 completou rápido.

Primeiro rolo.

Depois dois Prize symbols em rolos diferentes no mesmo giro.

Contador renovado.

Mais uma.

Faltava o quarto rolo.

No giro seguinte, ela caiu exatamente ali.

x20.

Fogos.

Coleta.

Subida.

A fileira x30 virou o alvo.

Essa quase morreu.

Duas lanternas chegaram cedo.

Depois silêncio.

Três giros.

Nada.

Dois.

Nada.

Um.

Última tentativa.

Prize.

Quinto rolo.

Subiu.

Contador voltou para três.

Uma única lanterna tinha impedido a cidade inteira de apagar as luzes.

Depois veio outra.

E outra.

x30 completo.

O pagamento já tinha tamanho suficiente para fazer até Prize values pequenos parecerem importantes.

A fileira saiu.

Tudo subiu.

x50.

Abaixo dela, x100.

Foi a x50 que consumiu quase todo o restante da feature.

Primeiro veio R$ 4.

Depois R$ 2.

Uma de R$ 10.

Três posições.

Giro vazio.

Então apareceu uma Prize de R$ 40.

Ela nasceu embaixo, atravessou os espaços livres daquele rolo e parou na fileira x50.

Quatro lanternas alinhadas.

Uma delas valendo R$ 40.

Faltava o terceiro rolo.

Eu já não queria saber de nenhuma outra coluna.

Três Bonus Spins.

Primeiro giro.

Prize no primeiro rolo.

Subiu até uma posição inferior.

Não completou nada.

Mas resetou o contador.

Depois, vazio.

No seguinte, lanterna no quinto.

Também no lugar errado.

A cidade estava cheia de desejos perfeitamente válidos que tinham escolhido a longitude errada.

Dois giros.

Os rolos viraram.

Prize.

Terceiro rolo.

Ela começou a subir.

Passou por um espaço.

Depois outro.

Parou no único lugar vazio da fileira.

Cinco.

x50.

Tudo acendeu.

A lanterna de R$ 40 recebeu o mesmo multiplicador das demais.

Os fogos praticamente tomaram o fundo inteiro.

Foi o maior pagamento do bônus.

A fileira desapareceu.

As lanternas restantes subiram.

Na parte inferior surgiu x100.

Agora qualquer Prize pequena parecia perigosa.

Uma lanterninha entrou na fileira.

Depois outra.

Três posições.

Quatro.

Faltava apenas o quinto rolo.

O contador caiu para dois.

Nada.

Um.

Último giro.

Durante a animação, uma Prize apareceu.

Segundo rolo.

Errado.

Ela aterrissou abaixo de outra e subiu o máximo que conseguiu.

O espaço do quinto rolo permaneceu vazio.

Nenhuma nova Prize chegou para resetar o contador.

Fim.

Quatro lanternas ficaram sentadas ao lado do x100.

A quinta posição permaneceu escura.

Tudo que ainda estava na tela foi pago, junto com as fileiras já coletadas.

O total colocou a sessão confortavelmente no lucro.

Sem x1000.

Sem x500.

Nem sequer uma fileira x100 completa.

A noite tinha feito o trabalho por repetição: x2, x3, x5, x10, x20, x30 e x50, uma fileira inteira de cada vez.

Os rolos normais voltaram.

Telhados.

Cartas.

Ornamentos.

O leão.

Fogos ainda aparecendo longe no céu.

Alguns giros de R$ 2,00 passaram sem nada especial.

Então uma única Prize lantern caiu no quarto rolo.

Nenhuma outra veio junto.

Sem bônus.

Sem fileira.

Sem multiplicador ao lado.

Só uma pequena lanterna brilhando sozinha entre os símbolos normais.

Poucos minutos antes, o céu exigia cinco perfeitamente alinhadas para conceder alguma coisa.

Agora havia uma.

Talvez alguém tivesse feito um pedido bem menor.

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