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Três gaiolas entortaram juntas.

A primeira levou a mordida.

Depois a segunda.

Depois a terceira.

O tubarão atravessou a fileira inteira como se tivesse descoberto um buffet feito de aço.

Barra torta.

Fechadura quebrada.

Metal dobrado.

Bolhas por todo lado.

Nenhuma abriu.

As três continuaram fechadas.

Foi assim que Razor Extreme apresentou seu principal problema.

O tubarão sabia perfeitamente como estragar uma gaiola.

Terminar o serviço já era outra história.

Eu estava em R$ 2,00 por giro.

O fundo do mar vinha escuro, profundo e cheio daquela quantidade específica de metal que só faz sentido quando existe alguma coisa enorme tentando entrar.

Mergulhadores.

Peixes prateados.

Peixes amarelos.

Cilindros.

Lanternas.

Ganchos.

Gaiolas.

E o shark premium circulando como o único morador dali que não parecia preocupado com a falta de oxigênio.

Aquelas primeiras três Razor Cages tinham ficado todas rachadas.

Cada uma ainda precisava de outra mordida.

Eu fiquei esperando a barbatana voltar.

Não voltou.

O giro seguinte começou.

As gaiolas sumiram.

Metal novo.

Barras retas.

Nenhum dano.

O oceano tinha acabado de trocar três estruturas quase destruídas por três estruturas perfeitamente novas.

O tubarão passava mordendo aço.

O fundo do mar respondia repondo estoque.

Pouco depois apareceu outra Cage.

Shark Strike.

Mordida.

Rachou.

A corrente morreu.

Giro seguinte.

Gaiola nova.

Mais tarde duas juntas.

O shark passou pela fileira.

Crack.

Crack.

As duas ficaram quase abertas.

Nada pagou.

Fim.

Sumiram também.

A sessão começou a criar uma preocupação muito específica.

Não era encontrar gaiolas.

Era convencer o mesmo tubarão a lembrar de uma delas por tempo suficiente para morder duas vezes.

A primeira abertura de verdade aconteceu numa corrente melhor.

Uma Cage ficou no meio.

Outra apareceu mais longe.

O Shark Strike cruzou a fileira inferior.

As duas racharam.

Um Wild já presente ajudou uma combinação pequena e manteve a corrente viva.

Nova fileira.

A barbatana voltou.

Dessa vez passou exatamente pela primeira gaiola danificada.

Segunda mordida.

As últimas barras cederam.

A porta abriu.

Razor Wild.

Finalmente.

Um mergulhador apareceu de um lado.

Outro mais distante.

O Wild ocupou o espaço no meio.

Vitória.

Perto de R$ 28.

O dinheiro era bom.

Mas a parte melhor era a gaiola.

Depois de tantas estruturas parando na primeira mordida, uma tinha finalmente aceitado que continuar sendo gaiola não fazia mais sentido.

Como o novo Razor Wild entrou na combinação, veio outro Shark Strike.

Duas Cages frescas estavam na rota.

Crack.

Crack.

Nenhuma segunda mordida.

Nenhuma continuação.

Fim.

O Wild sumiu.

As gaiolas desapareceram.

O oceano fez outra limpeza completa.

A próxima sequência boa abriu duas.

Uma já estava danificada quando a corrente continuou.

Segunda mordida.

Razor Wild.

Depois outra Cage recebeu o mesmo tratamento.

Dois Wilds.

Peixes prateados passaram pelos dois.

Um shark premium completou de um lado.

A corrente ficou perto de R$ 55.

Depois morreu.

De novo tudo voltou ao estado original.

Grade inteira.

Metal inteiro.

Nenhuma memória física do que tinha acontecido.

Isso deixou o jogo-base quase hipnótico.

Cage.

Primeira mordida.

Falta uma.

Fim.

Duas Cages.

As duas racham.

Barbatana não volta.

Fim.

Uma estrutura chegou a ficar com as barras praticamente arrancadas, com uma única mordida separando aquilo de um Wild.

Próximo giro.

Nada dela.

Era como assistir o tubarão abrir embalagem e abandonar o conteúdo antes de chegar na parte comestível.

Enquanto isso, o saldo ia descendo.

Os pagamentos normais existiam.

Peixes amarelos.

R$ 8.

Mergulhadores.

R$ 14.

Uma combinação de shark premiums foi melhor.

Mas nada mudava a sensação de que o dinheiro verdadeiro estava preso dentro de pedaços de aço que nunca recebiam a segunda visita.

Os Cage Scatters começaram a aparecer.

Dois.

Sem terceiro.

Mais tarde, dois de novo.

Nada.

O fundo do mar tinha gaiola para tudo.

Menos para abrir a feature.

Continuei em R$ 2,00.

Porque bastava uma corrente certa.

Dois ou três ataques atravessando as mesmas posições e a tela podia mudar completamente.

O trigger finalmente veio de um giro que já estava interessante antes dos Scatters terminarem de cair.

Três Cage Scatters.

Oito Rodadas Grátis.

E duas Razor Cages normais já tinham sido atingidas naquele mesmo giro.

As duas estavam rachadas.

A feature abriu.

Elas continuaram rachadas.

Foi a primeira vez na sessão que o oceano decidiu não trocar o metal durante a noite.

Agora o dano ficava.

Primeira Rodada Grátis.

Barbatana.

A linha do shark cruzou uma das duas Cages feridas.

Mordida.

Abriu.

Razor Wild.

O giro terminou.

O Wild continuou ali.

Permanente pela feature.

A sensação mudou na hora.

No jogo-base, cada gaiola quebrada era um pequeno acidente temporário.

Ali, a tela começava a guardar as cicatrizes.

Segunda Rodada Grátis.

Três Cages novas.

Shark Strike.

As três racharam.

Nenhuma abriu ainda.

Mas, dessa vez, isso não era desperdício.

O dano ficou.

Terceiro giro.

Novo ataque.

A fileira atravessou duas delas.

Segunda mordida nas duas.

Metal abriu.

Dois Razor Wilds novos.

Agora havia três posições Wild permanentes.

Uma perto do centro.

Outra mais embaixo.

Uma alta.

Os mergulhadores usaram uma delas.

Pequeno pagamento.

Peixes amarelos passaram por outra.

Mais um.

Nada enorme.

Mas eu já não estava contando reais.

Estava contando gaiolas mortas.

Três.

Faltavam cinco para Extreme.

Quarta Rodada Grátis.

Uma Cage nova.

Sem shark.

Quinta.

Barbatana atravessando outra fileira.

Duas das estruturas rachadas estavam no caminho.

Mordida.

Abriu a primeira.

Abriu a segunda.

Cinco.

A grade começava a parecer menos um sistema de contenção e mais um museu de lugares onde sistemas de contenção tinham falhado.

Os Wilds permanentes começaram a trabalhar juntos.

R$ 12.

Depois R$ 18.

Uma combinação de mergulhadores foi melhor.

Ainda sem grande explosão.

O valor estava na estrutura.

Cinco Razor Wilds não iam embora.

Sexta Rodada Grátis.

Outra Cage danificada embaixo.

Shark Strike.

Segunda mordida.

Abriu.

Seis.

Uma Cage nova tomou a primeira mordida no mesmo ataque.

Ficou rachada para depois.

Agora os Razor Wilds estavam espalhados em alturas diferentes.

Nada perfeitamente organizado.

Mas havia aço faltando em boa parte dos rolos.

Sétima Rodada Grátis.

O shark voltou.

Uma Cage que já estava marcada ficou exatamente na rota.

Mordida.

Abriu.

Sete.

Uma só.

Uma Cage separava a feature de Extreme.

E só restava uma Rodada Grátis prevista.

Pela primeira vez, o nome no topo da tela deixou de parecer promessa.

Extreme estava literalmente uma grade metálica de distância.

Último giro.

Uma Cage apareceu alta.

Nova.

Precisava de duas mordidas.

Outra estava mais adiante.

Já rachada.

A barbatana entrou.

Primeira estrutura.

Crack.

Segunda.

Mordida.

As barras desapareceram.

Oitava Cage.

A água inteira piscou.

EXTREME.

Todos os Razor Wilds mudaram.

x2.

Oito posições Wild espalhadas pela grade.

Duas Rodadas Grátis extras apareceram.

O tubarão tinha passado a feature inteira desmontando gaiolas para, no último giro que deveria existir, descobrir que destruir oito delas desbloqueava a versão realmente perigosa do oceano.

Primeiro giro extra.

Shark premium no lado esquerdo.

Mergulhador.

Outro mergulhador mais longe.

Dois Razor Wilds x2 ocupando o centro.

Peixe premium no outro lado.

As linhas começaram a acender.

Uma atravessou um x2.

Outra passou por dois.

O contador pulou.

R$ 35.

Depois R$ 60.

Mais uma combinação usando a área quebrada.

Passou de R$ 90.

O shark premium entrou por outro caminho.

Aquele giro terminou perto de R$ 115.

Melhor pagamento da feature.

Extreme tinha levado quase todas as Rodadas Grátis para aparecer.

No primeiro giro completo em que existiu, finalmente mostrou por que oito gaiolas precisavam morrer.

Restava uma.

Última Rodada Grátis extra.

Uma Cage nova pousou perto do canto superior direito.

Shark Strike.

Primeira mordida.

Rachou.

Uma pequena linha de peixe usando os Wilds existentes pagou.

A corrente continuou.

Outra barbatana.

Nova fileira.

A mesma Cage estava no caminho.

Segunda mordida.

Abriu.

E como Extreme já estava ativo, ela não virou um Razor Wild normal.

x3.

Nona gaiola destruída.

O x3 ficou brilhando lá em cima.

Bonito.

Novo.

A versão mais forte de qualquer posição criada durante toda a sessão.

Os outros símbolos terminaram de cair.

Peixes amarelos conectaram por baixo.

Um pagamento pequeno.

O x3 ficou fora.

Nenhum shark premium perto.

Nenhum mergulhador útil atravessando aquela posição.

Fim da feature.

Total perto de R$ 190.

Bom bônus.

Muito aço perdido.

Muitas gaiolas abertas.

Recuperação insuficiente.

O jogo-base já tinha consumido demais durante todas aquelas estruturas que pararam exatamente na primeira mordida.

A sessão continuava claramente abaixo.

A tela permaneceu visível por mais um instante.

Oito Razor Wilds x2 espalhados pelo fundo do mar.

Barras tortas.

Portas arrancadas.

Fechaduras abertas.

E, no alto do lado direito, o novo x3.

A gaiola tinha finalmente recebido tudo que o resto da sessão vinha pedindo.

Duas mordidas.

Destruição completa.

O Razor Wild mais forte da tela.

Só faltou uma coisa.

Mais um giro.

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