Apenas 18+. Jogue Responsavelmente.
Um escaravelho caiu nos rolos e imediatamente pareceu decepcionado com as minhas decisões de vida.
Foi assim que começou a sessão com Sands of Eternity 2. Nada de trombetas. Nada de pirâmide abrindo cheia de ouro. Só um pequeno besouro dourado sentado no meio da grade de seis rolos olhando para mim como se tivesse acabado de revisar meu planejamento financeiro.
Seis rolos.
Sete fileiras.
Uma parede inteira de símbolos empilhados como se alguém tivesse decidido guardar uma pirâmide na vertical.
Comecei com R$3 por giro, aquele estilo de exploração arqueológica cuidadosa. Nada de correr dentro da tumba gritando “tesouro!”. Só escovar a areia devagar e torcer para não acordar nada milenar de mau humor.
Giro.
Símbolos caíram.
Três ankhs conectaram na parte de baixo.
Moedas caíram.
R$18.
Nada impressionante. Só o suficiente para o slot admitir que eu existia.
Outro giro.
Nada.
A grade encheu de letras e pedras como se o decorador da tumba tivesse sido pago por hora.
Giro.
Quatro escaravelhos alinharam.
O quinto pousou no rolo errado como alguém que chegou atrasado na reunião.
Giro.
Cinco anéis dourados conectaram.
Flash.
R$26.
O deserto no fundo continuava calmo. Areia se movendo devagar. Um templo brilhando ao longe como se não tivesse absolutamente nenhuma intenção de ajudar.
Giro.
Nada.
Outro giro.
Dois exploradores pousaram ao lado de uma estátua de Ra.
Eles olharam um para o outro.
Nenhum deles conectou com nada.
A grade limpou os dois como um curador de museu irritado.
Giro.
Cinco símbolos azuis conectaram no meio.
Flash.
R$34.
Vitória pequena.
Mas suficiente para continuar a expedição.
Giro.
Nada.
Outro giro.
Três pirâmides pousaram.
Elas ficaram ali.
Pelo visto pirâmides precisam de mais amigos para funcionar.
Giro.
Grade morta.
Giro.
Os rolos cresceram um pouco.
Mais símbolos caíram na tela.
O número de maneiras de ganhar aumentou discretamente, como se a tumba tivesse aberto outro corredor sem avisar ninguém.
Giro.
Cinco escaravelhos conectaram.
Flash.
R$42.
Moedas entraram no saldo.
Os escaravelhos desapareceram rapidamente, provavelmente indo reclamar das condições de trabalho.
Giro.
Nada.
Outro giro.
Um feixe de luz atravessou os rolos.
Símbolo de Rays of Ra pousou no meio.
Wilds caíram em dois rolos como se um deus tivesse decidido ajudar um pouco.
Símbolos conectaram imediatamente.
Flash.
R$54.
Melhor.
Não exatamente riqueza de faraó.
Mas suficiente para a equipe de exploração levantar uma sobrancelha.
Giro.
Nada.
Outro giro.
Nada de novo.
O vento do deserto passou pelo fundo como alguém que já tinha visto esse filme antes.
Giro.
Cinco símbolos verdes conectaram.
Flash.
R$30.
Moedas discretas.
Giro.
Grade morta.
Giro.
Três Bonus pousaram.
O quarto rolo desacelerou.
O símbolo desceu devagar.
Mais devagar.
Parou uma posição acima da linha.
Os rolos limparam tudo imediatamente, como se o templo tivesse reconsiderado o convite.
Giro.
Nada.
Outro giro.
Quatro exploradores conectaram no topo.
Flash.
R$48.
A expedição estava oficialmente sobrevivendo.
Não prosperando.
Só sobrevivendo.
Giro.
Nada.
Outro giro.
Os rolos expandiram mais um pouco.
Mais símbolos caíram.
O número de maneiras de ganhar aumentou outra vez.
Parecia impressionante.
Infelizmente grades impressionantes não pagam contas.
Giro.
Cinco ankhs conectaram.
Flash.
R$36.
Giro.
Nada.
Outro giro.
Outro Rays of Ra apareceu.
Wilds espalharam pelos rolos do meio.
Símbolos conectaram.
Flash.
R$66.
Esse foi bom o suficiente para o saldo respirar um pouco.
Giro.
Nada.
Outro giro.
Três símbolos Bonus apareceram novamente.
O quarto rolo desacelerou.
Parou.
Desceu.
Parou de novo.
O quinto rolo pousou um símbolo normal completamente desinteressado.
Os rolos limparam tudo.
Giro.
Nada.
Outro giro.
Quatro escaravelhos conectaram.
Flash.
R$39.
Moedas discretas.
O deserto no fundo continuava completamente neutro sobre tudo isso.
Giro.
Nada.
Outro giro.
Um símbolo brilhante apareceu.
Shift of Thoth.
Símbolos em dois rolos se transformaram imediatamente em iguais.
A grade acendeu.
Cinco conectaram.
Flash.
R$52.
Outro conjunto conectou logo depois.
Flash novamente.
R$28.
Foi o primeiro momento em que a tumba pareceu levemente cooperativa.
Giro.
Nada.
Outro giro.
Nada.
O vento do deserto voltou.
Giro.
Três Bonus pousaram outra vez.
O quarto rolo desacelerou.
Parou.
Moveu.
Parou de novo.
O quinto rolo ignorou completamente a situação.
Os rolos limparam tudo.
Giro.
Nada.
Outro giro.
Cinco anéis conectaram.
Flash.
R$40.
Moedas caíram.
Giro.
Nada.
Outro giro.
Quatro exploradores conectaram e se desfizeram antes do quinto cair.
Giro.
Grade morta.
Giro.
Três ankhs pousaram e desapareceram sem formar nada.
Giro.
Nada.
Outro giro.
Cinco símbolos azuis conectaram.
Flash.
R$32.
A grade limpou tudo calmamente.
O templo ao fundo continuava brilhando educadamente.
Giro.
Nada.
Outro giro.
Nada de novo.
O saldo agora parecia… familiar.
Quase exatamente onde tinha começado.
O que significava que a expedição tecnicamente encontrou tesouro.
Só não o suficiente para parecer uma grande descoberta.
Giro.
Dois símbolos pousaram.
Não conectaram.
Outro giro.
Três conectaram.
Flash.
R$20.
As moedas entraram silenciosamente.
O vento do deserto voltou.
Tudo parecia exatamente igual a vinte minutos antes.
A tumba.
A areia.
A grade.
Completamente igual.
O que é curioso.
Porque agora eu sei que essa tumba tem muito tesouro dentro.
Ela só não parece muito interessada em dividir comigo.
Buffalo Goes Wild II roda mais que fofoca em grupo de família.
