Apenas 18+. Jogue Responsavelmente.
A tela me entregou duas opções para a noite.
Do lado esquerdo, Zeus em cima das nuvens, raio na mão, templo branco atrás.
Do lado direito, Hades cercado de lava, cabelo pegando fogo e uma arma que também estava pegando fogo porque aparentemente o Submundo não tinha nenhum interesse em economizar combustão.
Thunder.
Underworld.
Escolhi Thunder.
Entre tempestade e condenação eterna, fui de clima ruim.
A aposta ficou em R$2,00.
O primeiro giro trouxe Pegasus, uma taça dourada, um capacete e letras que tinham recebido tanto brilho divino que até o J parecia ter sido convidado para o Olimpo.
Nada pagou.
No segundo apareceu Zeus.
Barba branca.
Olhos acesos.
Raio na mão.
Uma combinação atravessou os primeiros rolos.
R$4,00.
Já era suficiente para continuar defendendo minha decisão teológica.
Thunder vs Underworld 250 passou a despejar cavalos alados nos rolos.
Pegasus no primeiro.
Outro no terceiro.
Mais um no quinto, longe o bastante dos parentes para não colaborar em absolutamente nada.
Vieram águias.
Capacetes.
Taças.
Zeus em várias posições.
O templo seguia azul, cheio de nuvens e mármore, com toda a aparência de um lugar onde qualquer problema pequeno seria resolvido com eletricidade excessiva.
No nono giro, apareceu o primeiro Wild de raio.
Caiu no quarto rolo durante uma combinação.
Expandiu.
O rolo inteiro virou relâmpago.
x3.
A linha atravessou.
R$8,00.
Depois tudo voltou ao normal.
Zeus tinha acabado de ocupar uma coluna inteira do templo com uma descarga elétrica para produzir oito reais.
No Olimpo, isso aparentemente contava como uso responsável de energia.
Continuei.
Três símbolos de Zeus apareceram espalhados mais tarde.
Um no primeiro rolo.
Outro no terceiro.
Outro no quinto.
Três versões do deus do trovão olhando para a mesma tela sem formar nada útil.
Pegasus fez melhor pouco depois.
Uma linha com os cavalos deixou R$6,00.
Uma sequência de águias trouxe R$4,00.
As taças douradas também conseguiram alguma coisa no meio do caminho.
Pequeno.
Frequente.
O suficiente para a aposta de R$2,00 continuar entrando sem eu sentir necessidade de consultar Hades sobre alternativas.
Os Scatters começaram a aparecer.
O do Thunder parecia um pequeno templo azul flutuando em cima de uma nuvem.
Um caiu no primeiro rolo.
Outro no quinto.
O terceiro precisava aparecer no meio.
Veio capacete.
Os dois templos sumiram.
Mais tarde, outro apareceu no primeiro.
Um segundo no terceiro.
O quinto rolo desacelerou.
Pegasus.
Q.
Nada.
Os deuses tinham arquitetura suficiente para construir cidades, mas colocar três templos na mesma rodada estava exigindo esforço.
Fiquei em R$2,00.
O cenário continuava absurdo em escala.
Colunas brancas.
Céu azul.
Nuvens.
Raios cruzando as bordas.
Pegasus entrando nos rolos como se cavalo com asa fosse apenas transporte urbano.
Do outro lado da escolha inicial, eu sabia que Hades ainda estava sentado no fogo esperando uma decisão que eu não pretendia reconsiderar.
Depois de 36 giros, R$72,00 tinham passado.
R$48,00 tinham voltado.
Eu estava R$24,00 abaixo.
Foi quando os três templos finalmente resolveram conversar.
Primeiro rolo.
Terceiro.
Quinto.
Todos azuis.
Todos em nuvens.
Dez Rodadas Grátis.
Zeus tinha recebido dez chances de justificar todo aquele mármore.
Na primeira rodada, o Wild de raio caiu no segundo rolo.
Expandiu imediatamente.
Do alto até embaixo.
x4.
Uma combinação comum atravessou aquela coluna.
R$2,00 antes do raio.
R$8,00 depois.
E o melhor: o relâmpago ficou.
A segunda Rodada Grátis começou com o segundo rolo ainda transformado numa coluna elétrica permanente.
Pegasus apareceu mal posicionado.
Uma taça caiu do outro lado.
Nenhuma linha atravessou o x4.
Zero.
O raio continuou ali mesmo assim.
Terceira rodada.
Outro Wild.
Quarto rolo.
Expandiu.
x20.
Agora eu tinha um x4 ocupando o segundo rolo e um x20 ocupando o quarto.
Então vieram os Pegasus.
Um na esquerda.
Outro no meio.
Outro do outro lado.
Os cavalos alados encontraram justamente a rota que passava pelos dois relâmpagos.
x4 mais x20.
x24.
A vitória normal era R$3,00.
A tela ficou branca e azul.
R$72,00.
Pegasus tinha finalmente descoberto que voar pelo templo era opcional.
Passar por duas tempestades em sequência era muito mais rentável.
As duas colunas ficaram.
O segundo rolo continuava em x4.
O quarto, x20.
Na quarta Rodada Grátis, símbolos comuns encontraram uma linha atravessando apenas o primeiro Wild.
x4.
R$12,00.
Na quinta, vieram taças douradas em posições tão bonitas que parecia impossível não pagar.
Não pagaram.
Duas colunas inteiras de raio acesas.
Um monte de taças.
Zero.
O Olimpo tinha eletricidade renovável e dificuldade com louça.
A sexta rodada trouxe capacetes.
Um no primeiro rolo.
Outro depois do x4.
A combinação continuou através do x20.
x24.
O pagamento original era pequeno.
R$36,00 depois do trovão.
Os capacetes desapareceram sob uma quantidade de eletricidade que nenhuma cabeça humana deveria receber.
O sétimo giro foi feito quase inteiro de letras brilhantes.
A.
K.
Q.
J.
Todas lindas.
Nenhuma capaz de atravessar o templo do jeito certo.
Zero.
Os dois Wilds continuaram ligados.
A essa altura, o centro da tela já parecia menos um santuário grego e mais uma tempestade presa entre colunas.
Pegasus seguia entrando mesmo assim.
Na oitava rodada, uma linha conseguiu atravessar o x4.
R$8,00.
Na nona, outra combinação pegou a mesma coluna.
R$6,00.
Ainda restava uma.
O x4 estava no segundo rolo.
O x20 no quarto.
Dez Rodadas Grátis tinham reduzido o templo a dois corredores elétricos permanentes e uma enorme quantidade de símbolos tentando passar entre eles.
A última começou.
Zeus caiu no primeiro rolo.
O próprio Zeus.
Não o Wild.
Barba branca.
Raio na mão.
Olhou para dentro da tempestade que ele mesmo parecia ter deixado funcionando.
Segundo rolo: x4.
Terceiro rolo começou a girar.
Wild de raio.
Expandiu.
x5.
Agora os rolos dois, três e quatro estavam inteiros em eletricidade.
Três colunas consecutivas.
x4.
x5.
x20.
O quinto rolo ainda precisava fechar a linha.
K.
Não.
Pegasus.
Passou.
Zeus.
Parou.
Zeus na esquerda.
Três paredes de raio no meio.
Zeus na direita.
Os multiplicadores se juntaram.
x29.
A linha normal valia R$4,00.
O centro inteiro da tela explodiu em azul.
x4 acendeu.
x5 respondeu.
O x20 tomou conta do quarto rolo.
R$116,00.
O total das Rodadas Grátis saltou.
R$150.
R$200.
Parou em R$258,00.
A feature tinha começado com uma coluna x4.
Terminou com Zeus olhando para outra versão dele mesmo através de três rolos consecutivos transformados em tempestade.
Hades não participou.
Nenhum lobo infernal.
Nenhuma lava.
Nenhuma taça em chamas.
Nenhum Submundo.
Ele ficou do outro lado da escolha inicial queimando sozinho.
Eu tinha entrado nas Rodadas Grátis R$24,00 abaixo.
Os R$258,00 me colocaram R$234,00 acima na sessão.
Não teve giro de despedida.
Nem tentativa de arrancar outra Rodada Grátis.
Nem visita ao Underworld para descobrir se o homem de cabelo em chamas queria competir.
A tela ainda estava mostrando o melhor quadro possível.
Segundo rolo inteiro de raio.
Terceiro também.
Quarto também.
Zeus dos dois lados.
x29 recém-passado pelo centro.
Depois de uma sessão inteira usando trovão para pagar taça, capacete e cavalo com asa, Zeus finalmente encontrou uma situação em que exagerar na eletricidade fazia todo sentido.
Deixei o Olimpo ligado.
Vi três Scatters em Mico USorte 2. Nenhum teve coragem de cair.
