Apenas 18+. Jogue Responsavelmente.
O trem tinha todas as peças.
Só não parecia conhecer o conceito de embarcar todo mundo junto.
Bonus no lado esquerdo.
O centro cheio de fruta.
Giro seguinte.
Collect bem no meio.
Nenhum Bonus onde precisava.
Mais tarde, um Bonus apareceu do lado direito.
O Collector já tinha ido embora.
Train of Fortune passava a impressão de que cada símbolo estava olhando para um relógio diferente.
Eu estava em R$ 2,00.
O formato da tela já ajudava na confusão.
Três posições na esquerda.
Cinco no centro.
Três na direita.
O reel central subia acima dos outros dois como um vagão alto colocado entre duas plataformas menores, exatamente no lugar onde todo o dinheiro eventualmente precisava desembarcar.
Ao redor disso, fruta.
Cerejas.
Peças verdes.
Frutas alaranjadas.
Símbolos coloridos atravessando um trem dourado que claramente tinha sido construído para carregar fortuna e continuava recebendo feira.
As primeiras ways pagaram pouco.
R$ 4 aqui.
R$ 6 ali.
Depois veio um trecho seco.
O que importava eram os símbolos especiais.
Bonus na esquerda.
Faltou Collect.
Collect no centro.
Faltaram os lados.
Bonus na direita.
Faltou praticamente o trem inteiro.
A tela montava três quartos de uma viagem e desmontava tudo no giro seguinte.
Quando o saldo já tinha escorregado cerca de R$ 45, apareceu outro Bonus.
4x.
Reel 1.
Sozinho.
Pela lógica dos giros anteriores, seria só mais uma carga esquecida numa plataforma.
Não foi.
A tela mudou.
Gold Collect Bonus.
O jogo decidiu que esperar pela conexão natural já tinha durado demais.
O Collect apareceu no reel central.
O lado direito recebeu o que faltava.
De repente, aquele 4x que tinha chegado sem companhia estava ligado ao resto.
Bonus Re-Spin.
Três respins.
O Collect ficou preso no centro.
Não saiu mais.
O reel alto tinha finalmente recebido seu passageiro permanente.
Agora os dois lados podiam trabalhar.
Primeiro respin.
4x na esquerda.
O Collector puxou o valor.
R$ 8 entraram no total.
E o Bonus desapareceu.
Isso mudou completamente o desenho da feature.
Nada ia ficando preso.
Nenhuma parede de moedas crescendo.
Nenhum vagão enchendo de tesouro até não sobrar espaço.
O trem fazia exatamente o contrário.
A carga chegava.
O centro arrancava o valor.
O símbolo sumia.
Próximo.
O contador tinha voltado para três.
Giro seguinte.
Nada.
Dois.
As duas plataformas laterais giraram.
O Collect permaneceu no meio com seu pequeno total acumulado.
Mais um respin.
Dessa vez vieram dois.
2x na esquerda.
3x na direita.
Os dois lados entregaram carga ao mesmo tempo.
O Collector somou tudo.
R$ 10 a mais.
Os dois Bonus desapareceram.
De volta a três respins.
Era impossível a tela parecer rica por muito tempo.
Qualquer coisa valiosa que pousasse era imediatamente esvaziada no centro e retirada antes do próximo giro.
Outro respin vazio.
Dois.
Mais um.
Um.
Então o lado direito parou em 20x.
Aí o trem finalmente trouxe alguma coisa pesada.
O Bonus ficou visível por um instante.
20 vezes a aposta.
R$ 40.
O Collect puxou tudo para o centro.
O total cresceu.
O 20x sumiu.
Três respins novamente.
A maior carga da feature tinha chegado, sido descarregada e desaparecido antes que qualquer outro símbolo pudesse estacionar ao lado dela.
Era uma estação de fortuna com alergia a acúmulo visual.
Depois veio um giro vazio.
Dois.
Então 5x apareceu do lado esquerdo.
Mais R$ 10.
Coletado.
Removido.
Três novamente.
A essa altura, o ritmo já estava claro.
Chega ouro.
Centro engole.
Some ouro.
O único lugar que ficava mais rico era o número preso no meio.
Aí as plataformas secaram.
Primeiro respin sem nada novo.
Dois.
Outro.
Um.
Última tentativa.
Os lados giraram.
Nenhum Bonus.
Nenhum novo Collect.
Zero.
Fim da viagem.
O Collector tinha chegado perto de 34x.
Algo em torno de R$ 68.
Não era uma fortuna capaz de arrancar a locomotiva dos trilhos.
Era suficiente para apagar os R$ 45 perdidos no começo e colocar a sessão um pouco acima.
Voltei ao jogo-base.
E foi aí que Train of Fortune decidiu me mostrar todas as formas possíveis de quase sair da estação.
Bonus na esquerda.
Collect no centro.
Direita: fruta.
Nada.
Alguns giros depois, Bonus nos dois lados.
Perfeito.
No meio:
cerejas.
A composição inteira pronta, menos justamente o vagão que precisava receber o dinheiro.
Depois apareceu Collect sozinho.
Sumiu.
Outro Bonus veio no reel 3.
Sem esquerda.
Sem centro.
Foi embora também.
O Gold Collect Bonus, que antes tinha visto um único 4x e resolvido montar o trem inteiro à força, não apareceu para ajudar de novo.
Agora eu tinha que assistir às peças chegando em horários diferentes.
E pagar R$ 2 por cada nova tentativa.
As frutas começaram a recuperar protagonismo.
Uma way verde devolveu pouco.
Outra com cerejas colocou alguns reais.
Nada grande.
O pequeno lucro do bônus foi ficando mais fino.
Primeiro quase zerou.
Depois desapareceu.
Mais alguns giros vazios e a sessão voltou para negativo.
Ainda apareceram novos sinais de trigger.
Bonus esquerdo.
Nada no meio.
Collect central.
Nada à direita.
Era como observar três estações tentando coordenar a mesma locomotiva por telepatia.
Uma hora tinha carga.
Outra hora tinha Collector.
Raramente tinha os dois lados.
Nunca voltou a ter tudo.
Perto do fim, as frutas resolveram fazer o que o ouro não conseguia.
Uma combinação boa atravessou as ways.
Sem Bonus.
Sem Collect.
Sem respin.
Sem nada dourado sendo descarregado.
Só fruta.
Perto de R$ 15.
A perda caiu bastante.
Ainda sobraram cerca de R$ 14 negativos.
E foi ali que encerrei.
Train of Fortune tinha passado a sessão inteira tentando juntar ouro dos dois lados num Collector preso no meio.
Quando finalmente conseguiu, descarregou tudo e mandou os vagões embora vazios.
Depois passou o segundo ato inteiro perdendo as próprias conexões por um símbolo.
No fim, quem respeitou o horário foi a fruta.
Tiki Hut Megaways me mostrou o que é um loop de arrependimento.

